Sábado, 27 de Janeiro de 2007

Bio de Triple H

Ficha técnica:

Nome – Paul Michael Levesque
Alcunha (s) – The Game; The Cerebral Assassin; The King of Kings; The Connecticut Blueblood
Altura – 1,93 metros
Peso – 118 kilos
Data/Local de nascimento – 27 de Julho de 1968, em Nashua, New Hampshire
Reside em – Greenwich, Connecticut
Treinado por – Killer Kowalski
Estreia – Em Março de 1992

 

Princípio de carreira

 Triple H foi treinado para lutar por Killer Kowalski. Ele fez equipa com um amigo de Kowalski, Perry Saturn. Em 1993, ele foi para a World Championship Wrestling (WCW), lutando como um Heel, com o nome de Terra Ryzin. Mais tarde, Levesque criou a personagem Jean-Paul Levesque, uma personagem construída em referência às suas origens francesas, e foi-lhe pedido que falasse com um sotaque Francês, como se não conseguisse falar mesmo essa língua. Com esta personagem, Levesque fez equipa durante pouco tempo com Lord Steven Regal (esta parceria seria referida por Regal em 2004, depois de Regal convencer Eugene a custar um IronMan Match a Triple H, frente a Chris Benoit). Ele deixou a WCW em 1995, para ir para a World Wrestling Federation.

 

World Wrestling Federation/Entertainment

 

De 1995 a 1997

 Como continuação da sua Gimmick na WCW, Triple H começou a sua carreira na WWF como o Connecticut Blueblood, Hunter Hearst Helmsley. Ele apareceu em vários vídeos em que falava de boas maneiras e etiqueta, até à sua estreia que aconteceu no dia 20 de Abril de 1995, no episódio do Wrestling Challenge. Mesmo tendo ele uma onda de vitórias impressionante durante os seus primeiros meses, a sua carreira quase que foi “estragada” durante 1996, começando por ser derrotado facilmente pelo Ultimate Warrior na WrestleMania XII. Até esse evento, ele aparecia na televisão cada semana com uma mulher diferente a acompanhá-lo. Sable era a sua Valete na WrestleMania XII, e depois da derrota para o Ultimate Warrior, ele soltou as suas frustrações todas nela, ao dar-lhe uma grande tareia. O estreante Marc Mero veio para a salvar e isto começou uma Feud entre os dois homens.

Helmsley era bem conhecido no Backstage como um dos membros do Clique, um grupinho de Wrestlers que incluía Shawn Michaels, Kevin Nash, Sean Waltman e Scott Hall, que eram conhecidos por influenciarem Vince McMahon e a Equipa Criativa da WWF. Helmsley conseguiria então vencer o torneio King of the Ring de 1996, mas foi suspenso e multado depois do “Incidente do MSG (Madison Square Garden)”, onde o Clique se juntaria depois de um combate entre Shawn Michaels e Diesel para dizer adeus a Nash e a Hall, que se iriam embora da WWE, e com isto, as personagens tinham quebrado as suas personagens.

Mesmo com este “castigo”, Helmsley teve bastantes sucessos depois do “Incidente do MSG”. De seguida, Mr. Perfect tornou-se no Manager dele e ele venceu o seu primeiro Intercontinental Championship no dia 21 de Outubro de 1996, derrotando Marc Mero. Quando Curt Hennig (Mr. Perfect) deixou a WWF, esta sua saída foi explicada como resultado de Helmsley virar as costas ao seu Manager logo quando ganhou o Intercontinental Championship. Ele teve o título por perto de quatro meses antes de o perder para Rocky Maivia na edição da Monday Night RAW de 13 de Fevereiro de 1997, chamada Thursday RAW Thursday. Por durante muito pouco tempo, Helmsley era acompanhado por Curtis Hughes, que aparentava ser seu guarda-costas. Depois de perder o Intercontinental Championship, ele rivalizou com Goldust, derrotando-o na WrestleMania 13. Durante esta Feud, Chyna estreou-se como a nova guarda-costas de Helmsley, atacando a mulher e Valete de Goldust, Marlena.

O Push de Helmsley subiu em 1997, quando venceu o torneio King of the Ring 1997 no dia 8 de Junho, derrotando Mankind na final. Mais tarde nesse mesmo ano, Shawn Michaels, Helmsley, Chyna e Rick Rude formaram a D-Generation X (este último cedo deixou o grupo, logo depois deste ser formado). Este grupo ficou conhecido pela sua controvérsia, quando Shawn Michaels e Helmsley faziam Promos arriscadas, também ao proferirem palavras insultuosas (como por exemplo, o conhecido “Suck It!”), por fazerem o sinal de uma cruz com os braços, e até mesmo por insultarem Bret Hart e o seu país, o Canadá. Nestes tempos, Helmsley deixou a sua Gimmick de “homem cheio de maneiras”, adoptando o nome de “Triple H”, mas mesmo assim alguns Wrestlers ainda o tratam por Hunter. Durante os tempos, Triple H gozava particularmente com o Comissionário Sgt. Slaughter, chegando a acusar este mesmo de ser impotente.

 

Em 1998 e 1999

 Depois da WrestleMania XIV, Michaels foi forçado a retirar-se devido a uma grave lesão nas costas sofrida na Royal Rumble 1998, e foi Triple H que tomou o lugar de liderança da DX. Ele introduziu X-Pac na noite a seguir à WrestleMania e juntou forças com os New Age Outlaws, equipa que era constituída pelo “Bad Ass” Billy Gunn e pelo “Road Dogg” Jesse James. Triple H então liderou a “DX Army” durante 1998; esta era a primeira vez que ele representava um Face na WWF, e depressa se tornou num dos seus mais populares Wrestlers do momento. Foi também durante estes tempos que Triple H começou a rivalizar com o líder da Nation of Domination e o crescente Heel da WWF, The Rock. Esta rivalidade levou também a que o título Intercontinental de The Rock fosse envolvido. Triple H derrotou The Rock num Ladder Match no SummerSlam 1998, para conseguir vencer o título pela segunda vez na sua carreira. Ele não iria reter o título por muito tempo, por estar com uma lesão no joelho. Quando The Rock conseguiu vencer o título de novo no Survivor Series 1998, esta rivalidade entre os dois continuou, mas era mais um guerra de equipas, e não individual, quando a DX lutava contra a Stable Vince McMahon’s Corporation, da qual The Rock era mesmo uma das grandes estrelas, senão mesmo a maior.

Triple H recebeu uma oportunidade pelo WWF Championship na edição da RAW de 25 de Janeiro de 1999, num “I Quit” Match contra The Rock, mas foi forçado a desistir ou Chyna levaria com um Chokeslam de Kane. Chyna atacou Triple H depois do combate e juntou-se à Corporation, traindo-o. Na WrestleMania XV, Triple H lutou como um Face, no seu último combate durante uns bons meses, derrotando Kane, com a ajuda de Chyna, que pensava-se que iria voltar à DX. Mais tarde nessa noite, ele traiu o seu antigo amigo e companheiro X-Pac ao ajudar Shane McMahon a reter o European Championship, tornando-se num Heel, ao mesmo tempo que Chyna fazia o mesmo. Esta decisão fez com que ele fosse dos mais odiados entre os fãs, e ajudou o caminho de Triple H em direcção ao WWF Championship. Então, Triple H juntou-se à Corporation, e durante algum tempo, tomou a mesma posição de destaque que The Rock tinha. De seguida, The Rock virou-se contra a Corporation e tomou o lugar de Triple H como um Face, subindo ao estatuto de preferido do público.

Depois de Triple H se tornar Heel nos inícios de 1999, ele retirou o seu Look “à lá” DX, cobrindo os seus punhos para os combates, vestindo-se de maneira diferente, com calções de banho curtos, e um corte de cabelo também mais curto. A sua imagem e personalidade mudaram enquanto que ele lutava por uma oportunidade pelo WWF Championship. Depois de numerosas tentativas falhadas para vencer o título, Triple H e Mankind desafiaram o WWF Champion Stone Cold Steve Austin numa Triple Threat Match no SummerSlam 1999. Num combate que continha Jesse “The Body” Ventura como o Special Guest Referee, Mankind venceu o combate ao fazer o Pin em Austin, tornando-se num tricampeão da WWF. Na noite seguinte na RAW, Triple H derrotou Mankind para vencer o seu primeiro WWF Championship.

 

Em 2000 e 2001

 Em Janeiro de 2000, Triple H começara a chamar-se a si próprio como o “The Game”, dizendo que ele estava no topo do Mundo do Wrestling, e também foi alcunhado como “The Cerebral Assassin” por Jim Ross (este tinha dito que “The Game” fora concebido para Owen Hart, até à morte trágica deste). Neste momento, ele já era um tricampeão da WWF. A sua Feud com Vince McMahon não foi lá muito bem recebida, mesmo com a escandalosa vitória de Vince sobre Triple H num episódio da SmackDown, vencendo assim o WWF Championship. Mesmo assim, esta pequena Feud começou a Story’Line chamada Hunter Hearst Helmsley – Stephanie McMahon, que aconteceu durante os dezassete meses seguintes, e este período foi conhecido nada mais nada menos como a “Era McMahon/Helmsley”.

Triple H então teve uma Feud com Mick Foley, que culminou num Hell in a Cell Match no PPV No Way Out 2000, e que também levou à “reforma” de Foley. Depois de Triple H ter feito o Pin a The Rock na WrestleMania 2000, numa vitória chocante (sim, pois era o primeiro Heel a sair da WrestleMania como o WWF Champion), ele era dos mais odiados na promotora, gerando grande Heat da parte do público durante as suas Promos e a sua entrada. Ele perdeu o título no Backlash para The Rock, mas voltou a ganhá-lo num IronMan Match no Judgment Day, mas perdeu-o de novo para The Rock no PPV King of the Ring.

Mais tarde, numa Feud entre Triple H e Steve Austin, a mesma culminou num Three Stages of Hell Match no qual Helmsley derrotou Austin. Em 2001, Triple H também rivalizou com Undertaker, que o derrotou na WrestleMania X-Seven. Mais tarde ele fez equipa com o seu antigo inimigo Austin para formar a Two-Man Power Trip, e venceu os WWF Tag Titles e também o Intercontinental Championship por mais uma vez na sua carreira.

O momento mais difícil da carreira de Triple H ocorreu durante o episódio da RAW de 21 de Maio de 2001, quando ele sofreu uma lesão legítima e que lhe podia acabar definitivamente com a carreira. No Main Event dessa noite, ele e Stone Cold Steve Austin estavam a defender os seus títulos contra Chris Jericho e Chris Benoit. Numa parte do combate, Jericho tinha Austin preso na sua manobra de submissão, a Walls of Jericho. Triple H correu para interromper a manobra, mas quando o fazia, ele rasgou o seu músculo quadríceps, o que causou que o mesmo saísse completamente do osso. Mesmo não podendo concentrar qualquer peso na perna, ele conseguiu completar o combate, algo que os fãs e os seus amigos Wrestlers viram como um admirável gesto de dedicação naquele ramo. Ele até deixou Chris Jericho aplicar-lhe o seu Walls of Jericho, uma manobra que se concentra consideravelmente no quadríceps. Esta lesão requereu uma cirurgia, feita pelo famoso cirurgião ortopédico James Andrews, na cidade de Birmingham. Esta lesão causou um fim abrupto à McMahon/Helmsley Era, por culpa do rigoroso processo de reabilitação que poria Triple H fora de acção por cerca de sete meses, perdendo ele completamente a Story’Line da Invasão da WCW/ECW.

 

Em 2002 e 2003

 Triple H voltou para a RAW como um Face no dia 7 de Janeiro de 2002, no Madison Square Garden, e recebeu uma ovação tremenda. Ele cedo venceu a Royal Rumble desse ano, recebendo uma oportunidade pelo WWF Undisputed Championship no Main Event da WrestleMania X8. Nessa mesma WrestleMania, Triple H venceu Chris Jericho pelo WWF Undisputed Championship. Depois de ter o título por cerca de um mês, Helmsley perdeu-o para Hulk Hogan no Backlash 2002. Triple H então tornou-se exclusivamente do Roster da SmackDown, devido à WWF Draft Lottery, e continuou a sua Feud com Chris Jericho.

Depois disto, o antigo companheiro de Triple H na DX, Shawn Michaels, tinha voltado à WWE e ido para a nWo, e Michaels e Kevin Nash planearam trazer Triple H para a RAW, de modo a convencê-lo a entrar também naquele grupo. Mesmo assim, Vince McMahon acabou com a nWo depois de algumas complicações no Backstage, e trouxe Eric Bischoff para a RAW, para ocupar o papel de General Manager desse mesmo Show. Uma das primeiras intenções de Bischoff era seguir o plano da nWo e trazer Triple H de novo para o Roster da RAW. Sendo assim, Triple H voltou à RAW, reunindo-se com Shawn Michaels, mas no dia 22 de Julho de 2002, ele tornou-se Heel mais uma vez ao virar-se contra Michaels, aplicando-lhe um Pedigree inesperado durante o que era suposto ser a reunião da DX. Na semana seguinte, Triple H mandou a cara de Michaels brutalmente contra uma janela de um carro, para provar que Michaels não passava de um “fraco”. Estes eventos levaram ao começo de uma longa e violenta Feud entre estes dois antigos parceiros, e a uma violentíssima Street Fight no SummerSlam 2002, no qual Michaels fez a sua estreia depois da “reforma” e venceu. Depois disto, mesmo assim, Triple H atacou-o com uma marreta, e Michaels teve de ser acompanhado para sair da arena.

Antes de 2 de Setembro de 2002, a WWE reconheceu que apenas um Campeão seria da RAW e da SmackDown. Mesmo assim, depois do SummerSlam, o campeão Brock Lesnar assinou (Story’Line) um contrato de exclusividade com a SmackDown, deixando a RAW sem um campeão. O General Manager da RAW, Eric Bischoff, então deu o World Heavyweight Championship a Triple H para pôr o cinto de WCW Champion de volta à acção (mas com novo nome, claro), dando-lhe o título porque este fora o último a ter o título antes de se juntar ao WWF Championship para formar o Undisputed Championship. Triple H teve várias defesas de título com sucesso contra Ric Flair, Rob Van Dam, Kane, entre outros, mas perdeu o cinto para o seu rival Shawn Michaels na primeira Elimination Chamber de sempre no Survivor Series 2002, mas ganhou-o outra vez num 3 Stages of Hell Match no Armageddon 2002.

Em Janeiro de 2003, Triple H formou os Evolution com Ric Flair, Randy Orton e Dave Batista. Com isto era suposto incluir numa só equipa, o passado (Ric Flair), o presente (Triple H) e o futuro (Batista e Randy Orton) do Wrestling. Numa das defesas de título de Triple H, dois dos outros membros dos Evolution entraram no ringue e ajudaram não só Triple H a manter o seu título, mas também a remover a máscara a Kane (o combate tinha a estipulação de Máscara vs Título). O grupo foi dominante na RAW em 2003/2004, e o maior momento da Stable foi quando todos os seus membros tinham um título, depois do Armageddon 2003. Nesse PPV, Triple H venceu Goldberg para vencer o World Heavyweight Championship, Randy Orton venceu Rob Van Dam para vencer o Intercontinental Championship, e a equipa de Ric Flair e também Batista conseguiram bater os Dudleyz para vencerem os World Tag Championships. Triple H teve o título por grande parte de 2003, rivalizando com o antigo talento da WCW Scott Steiner, Booker T, Kevin Nash, e Bill Goldberg em vários Main Events.

 

Em 2004 e 2005

 Triple H perdeu o seu título para Chris Benoit na WrestleMania XX e não conseguiu tirar o cinto a Benoit nos seguintes Rematch’s, incluindo um exacto Rematch da WrestleMania entre Triple H, Chris Benoit, e também Shawn Michaels numa Triple Threat no Backlash. Triple H lá conseguiu vencer o título mais tarde nesse ano ao seu antigo associado Randy Orton, no Unforgiven. Depois de uma controversa Triple Threat (com o título em jogo) contra Chris Benoit e Edge num episódio da RAW de 19 de Novembro de 2004, o World Heavyweight Championship foi suspenso pela primeira vez.

No New Year’s Revolution, Triple H venceu a Elimination Chamber para começar com o seu décimo campeonato mundial. Na WrestleMania 21, Triple H perdeu esse título para Batista, e também perdeu os dois Rematch’s nos dois PPV’s consecutivos da RAW, o Backlash e o Vengeance de 2005. Depois disto, Triple H esteve algum tempo de fora do Wrestling, aprendendo sobre o lado directivo da WWE, em preparação para o seu futuro como executivo, estando também a preparar o futuro filme que a WWE organizará, chamado Jornada del Muerte.

Triple H voltou para a RAW no dia 3 de Outubro de 2005, como parte do WWE Homecoming, recebendo uma tremenda ovação, mas ele ainda estava com carácter Heel. Ele fez equipa com Ric Flair (que se tinha tornado Face durante a ausência de Triple H) contra Chris Masters e Carlito. Triple H e Flair venceram, mas HHH virou-se contra Flair e deu-lhe com a sua marreta, destruindo-o por completo, começando logo uma Feud que prometia.

 

Em 2006

 Outra oportunidade pelo título Mundial apareceu a Triple H quando aconteceu o torneio Road to WrestleMania, o qual ele conseguiu vencer, garantindo uma oportunidade ao WWE Championship de John Cena na WrestleMania 22.

Na WrestleMania 22, Triple H e John Cena lutaram no Main Event pelo WWE Championship, tendo Triple H perdido por submissão, depois de Cena ter aplicado o seu STF-U. No mês seguinte no Backlash 2006, Triple H estava envolvido noutro combate pelo WWE Championship, lutando contra Edge e John Cena numa Triple Threat, mais uma vez perdendo para Cena, desta vez por Pinfall. Num acto de frustração, um Triple H ensanguentado usou a sua marreta para atacar Edge e Cena para depois fazer o sinal da DX, para delícia dos fãs. Triple H então tentaria vencer o título a Cena por numerosas ocasiões, mas falhava sempre, e pedia explicações a Vince McMahon. Ele tornou-se Face e logo começou uma Feud entre ele e os McMahon’s.

Shawn Michaels voltou na edição da RAW de 12 de Junho de 2006, e cedo se reuniu com Triple H para formar de novo a sua antiga Stable, a D-Generation X. A DX derrotou os Spirit Squad no Vengeance 2006, num Handicap 5-on-2. Depois disto, a DX continuou a sua Feud com Vince McMahon, Shane McMahon e os Spirit Squad durante várias semanas. Eles então derrotaram, os Spirit Squad mais uma vez no Saturday Night’s Main Event num combate de Eliminação, mais uma vez de 5 contra 2. De seguida, eles derrotaram os McMahon’s no SummerSlam 2006, mesmo com o ataque de várias estrelas da WWE escolhidas por Vince McMahon mesmo para este caso.

No Unforgiven 2006, a D-Generation X passou as expectativas mais uma vez, derrotando os McMahon’s e o ECW World Heavyweight Champion, Big Show num Hell in a Cell Match (o sétimo Hell in a Cell para Triple H e o terceiro para Shawn Michaels). A DX embaraçou Vince ao pôr a sua cara mesmo no rabo de Big Show durante o combate, e a DX venceu depois de Triple H partir a sua marreta mesmo nos ombros de Vince McMahon, num dos piores Hell in a Cell de sempre.

No Cyber Sunday 2006, durante a sua Feud com os Rated RKO (Edge e Randy Orton), a DX foi derrotada pela primeira vez. Os fãs seleccionaram o árbitro especial, Eric Bischoff e este deixou os Rated RKO utilizarem uma arma ilegalmente para conseguirem a vitória sobre a DX, sendo, como já se referiu, a primeira equipa a conseguir derrotar a D-Generation X desde que estes se voltaram a reunir.

No Survivor Series 2006, a DX teve a sua vingança quando a sua equipa derrotou a equipa de Edge e Orton num Combate Clássico de Eliminação, com todos os seus membros a resistirem, não sendo nenhum deles eliminado.

Neste momento, a DX ainda continua a rivalizar com os Rated RKO, e começou a fazer par com Ric Flair, enquanto que Kenny está nos Rated RKO. Já no New Year’s Revolution, a DX irá enfrentar os Rated RKO mais uma vez, podendo ter a sua doce vingança sobre a grande tareia que levaram numa das edições passadas da RAW.

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619 seguido de um Batista Bomb seguido de um cover de bruno-wwe às 21:51
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Bio de Ric Flair

Ficha técnica:


Nome –
Richard Morgan Fliehr
Alcunha (s) – Nature Boy
Altura – 1,78 metros
Peso – 110 quilos
Data/Local de Nascimento – 25 de Fevereiro de 1949, em Memphis, Tennessee
Reside em – Charlotte, North Carolina
Treinado por – Verne Gagne
Estreia – 10 de Dezembro de 1972

 

Na AWA/NWA (1972-1986)

 Flair nasceu em Memphis, Tennessee, mas foi adoptado por um casal de Minneapolis, Minnesota, onde ele cresceu e entrou para a escola. Ele treinou com Verne Gagne em Minnesota e gastou os seus primeiros três anos com a Gagne’s American Wrestling Association. O Iron Sheik disse, numa entrevista, que quando Flair lutou contra ele na AWA, que ele era um homem muito gordo que tinha 159 quilos, e que Flair disse-lhe, “Eu adoro-te, não me aleijes”. Depois disso, ele juntou-se à National Wrestling Alliance (NWA) afiliando-se com a Jim Crockett Promotions. Na sua subida como um novato prometedor, ele sofreu uma lesão grave nas costas no dia 4 de Outubro de 1975, devido a uma queda de avião em Wilmington, North Carolina. Os médicos disseram a Flair que ele não voltaria mais a lutar, mas Flair voltaria à acção logo mesmo no ano seguinte. Este acidente forçou Flair a mudar o seu estilo de Wrestling, o que o levou a adoptar o estilo de “Nature Boy”, que usaria então para o resto da sua carreira, e que o tornaria bastante famoso.

Flair venceu o NWA United States Heavyweight Championship por cinco vezes, e então venceu o NWA World Heavyweight Championship pela primeira vez ao conseguir derrotar Dusty Rhodes no dia 17 de Setembro de 1981. Harley Race tiraria o título a Flair no ano de 1993. Flair ganhou mais uma vez o título no StarrCade 1983 na cidade de Greensboro, North Carolina num combate Steel Cage. Flair então venceria o NWA Championship ainda por mais seis vezes. Como o NWA Champion, ele defendeu o título por todo o mundo. Flair perderia o título para Race, e venceria outra vez o mesmo três dias depois na Nova Zelândia, em Março de 1984. No primeiro David Von Erich Memorial Parade of Champions que ocorreu no Texas Stadium, Flair perderia para um dos lendários Von Erich, mais precisamente para Kerry. Flair ganharia o título 18 dias mais tarde no Japão. Ele então reinou por dois anos, dois meses e dois dias, perdendo o título para Dusty Rhodes no dia 26 de Julho de 1986 no Great American Bash. Flair venceria mais uma vez aquele título duas semanas depois de o ter perdido para Rhodes, num reinado rápido (mais outro) de Rhodes.

 

Na World Championship Wrestling (1986-1991)

 Em 1986, o promotor de Wrestling, Jim Crockett tinha consolidado as várias promotoras membros da NWA apenas numa entidade singular, começando a ser conhecidos como a National Wrestling Alliance. Controlando grande parte dos territórios tradicionais da NWA no sudeste e no meio do Oeste dos Estados Unidos, Crockett queria-se expandir nacionalmente, e construiu a sua promoção por volta de Flair como campeão. Durante estes tempos, o Booking de Flair como campeão eram bem controlados pelo próprio Crockett, e chegou mesmo a ser criado um cinto especial mesmo só para Flair utilizar durante o seu reinado, nas entradas e tudo o resto.

Flair perdeu o NWA World Championship na cidade de Detroit, para Ron Garvin, no dia 25 de Setembro de 1987, mas logo o recuperaria do mesmo Garvin dois meses depois, ao vencer o título no dia 36 de Novembro de 1987, no primeiro evento PPV da WCW, o StarrCade, PPV esse que acabou por acontecer na cidade de Chicago, Illinois.

Nos finais de 1988, o Booker, Dusty Rhodes propôs que Flair perdesse o NWA World Heavyweight Championship para Rick Steiner num combate curto no StarrCade 1988. Sentindo que Rhodes sempre tinha conspirado para fazer de Flair um fraco como campeão, Flair recusou-se prontamente a perder, e ameaçou deixar a WCW, se Rhodes não fosse removido do seu cargo de Booker. Rhodes foi despedido por vários problemas dentro da companhia, e um dos Bookers de antigamente, George Scott, foi logo ocupar o lugar de Rhodes, voltando à sua antiga profissão.

Scott imediatamente negociou trazer Ricky Steamboat para uma série de combates. No dia 20 de Fevereiro de 1989, na cidade de Chicago, Illinois, Steamboat efectuou o Pin a Flair para vencer o NWA World Heavyweight Championship. Isto provocou uma série de Rematches, onde Steamboat foi apresentado como um “homem de família” (muitas vezes era acompanhado da sua mulher e do seu filho mais novo), enquanto que Flair era o seu oposto, sendo um homem imoral, cheio de mulheres. Depois de um Best-of-Three-Falls com Steamboat, que durou até ao tempo limite de 60 minutos (e acabou com um final disputado onde Steamboat conseguiu reter o título), no Clash of the Champions VI: Ragin’ Cajun no dia 2 de Abril de 1989, Flair conseguiu vencer finalmente o título no dia 7 de Maio no WrestleWar 1989. Este combate foi citado como um dos melhores combates de Wrestling da história, e foi votado como o “Combate do Ano” de 1989, no Pro Wrestling Illustrated. Flair foi atacado por Terry Funk depois do combate, quando Flair recusou dar um combate pelo título a Funk, dizendo a Funk que este tinha perdido muito tempo em Hollywood e tinha estado muito tempo de fora do Wrestling, e, por isso mesmo, não estava na lista dos candidatos ao seu título. O ataque de Funk a Flair foi concluído, quando Funk aplicou um Piledriver em Flair mesmo para cima de uma mesa.

Meses mais tarde, um Flair “recuperado” voltou à competição num combate emocional contra Funk no Great American Bash. Os dois continuaram a rivalizar durante o Verão e Flair voltou com os Four Horsemen, com a adição surpresa de Sting (um rival de Flair de longa data), para combaterem a Funk’s J-Tex Corporation. Isto levou a um I Quit Match no Clash Of The Champions IX: New York Knockout, e, antes do combate, Funk disse que iria apertar a mão a Flair se perdesse, promessa que cumpriu depois de dizer “Sim, eu desisto!”, enquanto Flair lhe aplicava o seu Figure-4 Leg Lock.

Flair então pôs Sting fora dos Horsemen, e Sting desafiou-o para um combate pelo NWA Championship, o que resultou no ressuscitar da Feud entre os dois. Em Julho de 1990, Flair perdeu o título para Sting no que todo o mundo do Wrestling tinha pensado ser a passagem de testemunho. Mesmo assim, Flair ainda não tinha acabado de vencer títulos Mundiais da NWA. Ele venceu mais uma vez o título a Sting no dia 11 de Janeiro de 1991. Antes deste reino, a WCW quebrou o seu reconhecimento de ter um World Heavyweight Champion da NWA, e Flair foi reconhecido como o primeiro WCW World Heavyweight Champion, mas também era reconhecido na mesma como o NWA World Champion. No dia 21 de Março de 1991, Tatsumi Fujinami derrotou Flair num combate controverso ocorrido na cidade de Tokyo. Enquanto que a NWA reconheceu Fujinami como o seu novo campeão, a WCW não o fez porque Fujinami tinha aplicado um Back Drop a Flair de cima do canto, violando as regras da WCW. No dia 19 de Maio de 1991, Flair derrotou Fujinami na SuperBrawl na cidade de St. Petersburg, Florida para vencer o NWA Championship, e ao mesmo tempo reter o WCW Championship. Ao fazer isto, ele tornou-se num campeão Mundial da NWA por oito vezes, quebrando assim o recorde imposto por Harley Race.

No Verão de 1991, Flair teve uma disputa de contrato contra o presidente da WCW, Jim Herd, que queria cortar-lhe o salário por um pequeno período de tempo. Herd tinha removido Flair como um dos principais Bookers em Fevereiro de 1990, e queria reduzir a importância de Flair na promoção ainda mais, mesmo que Flair ainda continuasse a ser uma das estrelas de topo da WCW. De acordo com Flair, Herd também propôs mudanças no seu Look (ao rapar o cabelo, usar um brinco com um diamante cravado, e também usar o nome de “Spartacus”), e também o seu nome no ringue com o objectivo de “mudar de ares”, uma mudança que Kevin Sullivan equacionou com “a mudança de número de Mickey Mantle” como um exemplo de como se alterar uma grande lenda. Flair discordou com estas propostas, e duas semanas antes do Great American Bash 1991, Herd despediu-o. A popularidade de Flair na WCW seria provada durante a sua ausência, ao ouvir-se cânticos difíceis de ignorar como “Queremos O Flair!”. Enquanto que Flair tinha perdido o WCW World Championship até este acabar, ele era ainda reconhecido como o NWA World Champion até ao mês de Setembro de 1991, quando tomaria outros rumos na sua carreira.

 

Na World Wrestling Federation (1991-1993)

 Flair assinou pela WWF no mês de Agosto de 1991, e começou a aparecer na televisão no mês seguinte. Inicialmente, ele começou por aparecer nos Shows da WWF com o “Big Gold Belt”, e chamava-se a si próprio o real Campeão do Mundo. A WCW processou Flair numa tentativa de reclamar o cinto, mas Flair disse que o cinto pertencia-lhe, pois ele tinha pago os 25.000 dólares que os campeões da NWA tinham que pagar depois de vencerem o título, o qual não tinha regressado para ele desde que o despediram da WCW. Este problema foi resolvido mais para o final desse ano, com o depósito de dinheiro de Flair a ser-lhe prontamente devolvido.

Guiado pelo seu “consultor financeiro” Bobby Heenan e pelo seu “consultor executivo” Mr. Perfect, Flair repetidamente fez desafios a notáveis Wrestlers da WWF como Roddy Piper e Hulk Hogan, e, na Royal Rumble 1992, ele venceu o combate tradicional para vencer o WWF Championship, que estava sem dono nesse momento. Flair entrou em terceiro lugar, e estabeleceu um novo recorde de 59 minutos, eliminando Sid Justice por último com ajuda de Hulk Hogan, que tinha sido eliminado por Justice apenas segundos antes. Ao ganhar o título, Flair juntou-se a Buddy Rogers como os únicos homens que tinham ganho os WWE e NWA Championships nas suas carreiras. Ele também se tornou no quinto homem a ter o WWF Heavyweight Championship.

Depois de um programa falhado de Flair com Hogan devido à ausência de Hogan da WWF devido ao escândalo dos esteróides, Randy Savage desafiou Flair pelo WWF Championship na WrestleMania VIII. Flair gozou com Savage, ao dizer que tinha tido uma relação com a mulher de Savage, Elizabeth, e que ele tinha as imagens para o comprovar. Savage derrotou Flair pelo título na WrestleMania. Em Julho de 1992, enquanto Savage se preparava para defender o seu título contra Ultimate Warrior no SummerSlam, Flair e Mr. Perfect semearam desconfiança ao sugerirem que iriam atacar um ou outro durante o combate. Eles acabariam por atacar Savage e também Warrior ao mesmo tempo, lesionando o joelho a Savage o suficiente para Flair conseguir vencer mais uma vez o tão desejado título no dia 1 de Setembro. Devido a uma grave lesão no interior da orelha que afectou e muito o seu equilíbrio, o seu segundo reinado como campeão seria ainda mais pequeno, e ele perdeu depressa o título para Hart, mais ou menos um mês e meio depois de o ter ganho, ou seja, no dia 12 de Outubro.

Flair fez equipa com Razor Ramon para enfrentarem Savage e Perfect no Survivor Series 1992, e também acabou por aparecer na Royal Rumble 1993. Depois de perder um combate Loser Leaves Town para Mr. Perfect num episódio da Monday Night RAW, Flair teve o regresso tão esperado à WCW. No Ultimate Ric Flair Collection DVD, Flair descreveu a sua primeira passagem pela WWF como “um grande ano, e uma parte da minha carreira, fora do tempo que eu gastei com o Arn e os Four Horsemen”.

 

Na World Championship Wrestling (1993-2001)

 Flair voltou à WCW em Fevereiro de 1993, e apresentou um Talk Show de pouca duração na WCW, que se chamava “A Flair For The Gold” como um compromisso no qual trabalhava sobre uma cláusula de não competir no seu antigo contrato da WWF, que dizia que poderia aparecer na televisão mas não poderia combater. Flair teve mais uma vez o NWA World Heavyweight Championship durante pouco tempo, pela décima vez, antes da WCW finalmente deixar a NWA no mês de Setembro de 1993.

A WCW planeou ter Sid Vicious a vencer o WCW World Championship no StarrCade, mas Sid foi despedido depois de uma violenta altercação na vida real com Arn Anderson na cidade de Londres. Flair foi posto no combate, que foi realizado na sua cidade-natal de Charlotte, North Carolina. O combate tinha a estipulação de que se Flair perdesse, iria retirar-se para sempre do Wrestling. O combate, que foi uma das primeiras oportunidades de Eric Bischoff para impressionar a Direcção da WCW, acabaria com Flair usando um Chop Block e um Rollup no gigantesco Vader para vencer o título mais uma vez. O combate foi um grande sucesso, e aqui Hulk Hogan aproveitou para dizer que até chegou a chorar durante este combate na WCW. Em Junho de 1994, Flair derrotou Sting num Unification Match, juntando o Campeonato Mundial que já obtinha, com o WCW International World Heavyweight Championship, num combate histórico.

Flair mais tarde rivalizaria com Hulk Hogan, logo desde que Hogan chegara à WCW em Junho de 1994, perdendo o WCW World Championship para ele no mês de Junho. Flair perdeu um combate de reforma contra Hogan no Halloween Havoc 1994. Flair teve uns quantos meses de fora antes de voltar como um Wrestler e também Manager durante pouco tempo em 1995. Ele teve mais uma Feud com Randy Savage, quando este último chegou à WCW mais tarde em 1994, e a sua Feud continuou por quase dois anos com os Wrestlers a disputarem entre si o WCW World Championship, ganhando-o um ao outro em tempos diferentes. Flair agrediu o pai de Savage, Angelo Poffo, e derrotou Savage numa Steel Cage no SuperBrawl VI para vencer o WCW World Championship, e teve uma grande maquia do seu dinheiro quando Savage foi traído por Elizabeth. Flair logo depois derrotou Konnan no dia 7 de Julho de 1996, no Bash at the Beach para vencer o United States Championship. Ele abdicou do título em Novembro desse ano, devido a uma lesão.

Flair também teria um papel na Story’Line da New World Order, mais tarde no ano de 1996 e também ainda durante quase todo o ano de 1997. Ele e os Horsemen também lideraram a guerra contra Scott Hall, Kevin Nash e Hulk Hogan. Flair iria também rivalizar com Roddy Piper, Syxx, e com o seu antigo parceiro Curt Hennig, em 1997.

Em Abril de 1998, Flair envolveu-se numa grande disputa com o presidente da WCW, Eric Bischoff, depois de faltar a um evento televisionado. Bischoff tinha posto Flair no Show apenas três dias antes, e Flair tinha pedido mais cedo para lhe darem uma folga na noite do Show para conseguir ver o seu filho Reid a lutar num torneio de luta Greco-Romana. Bischoff instaurou um processo judicial multimilionário contra Flair, e deixou-o fora de televisão por cerca de 5 meses. Ele voltou no dia 14 de Setembro de 1998 para formar mais uma vez os Four Horsemen (desta vez com Steve “Mongo” McMichael, Dean Malenko e Chris Benoit) na cidade de Greenville, South Carolina. Durante o seu discurso de regresso, Flair falaria sobre Bischoff, dizendo que este não queria saber dos fãs e que ele abusava do poder que tinha. Depois disso, Flair rivalizou com Bischoff por alguns meses, vencendo o lugar de Presidente da WCW a Bischoff. Ele usou o seu poder para fazer um combate pelo título contra Hulk Hogan no Uncensored 1999, o qual ele conseguiu vencer prontamente. Mesmo assim, durante estes tempos, a WCW deu a Flair uma Gimmick pouco usual que foi feita na tendência de Flair para ser incoerente nas suas entrevistas, com a explicação de que Flair estava a ser insano e que o seu “reinado” como Presidente da WCW significava para ele como se ele próprio estivesse a governar os Estados Unidos da América. Flair então seria enviado para uma instituição mental e o seu estado como Presidente da WCW foi dissolvido, mesmo depois de Flair voltar com a sua Gimmick já terminada. Flair venceria o WCW World Championship duas vezes durante o ano de 2000, o último ano inteiro da WCW como promotora de Wrestling.

Quando a WCW foi comprada pela WWF em Março de 2001, Flair era o líder do grupo Heel chamado de Magnificent Seven. Flair perdeu o combate final da história do WCW Monday Nitro para Sting, no dia 26 de Março de 2001. Depois da derrota, ele não lutou mais para o resto de todo o ano, mas mesmo assim ele recebeu várias ofertas para lutar no circuito independente.

 

Na World Wrestling Federation/Entertainment (2001-Presente)

 Depois de um longo período de tempo for a do Pro-Wrestling, Flair voltou à WWF em Novembro de 2001 como um dos “donos” da companhia. Flair reapareceu na RAW depois do fim da “Invasão da WCW/ECW”, o que culminou num combate “Vencedor Leva Tudo”, no Survivor Series de 2001, combate o qual que foi vencido pela WWF.

A nova imagem de Flair na televisão era que ele era um dos donos da WWF, com a explicação de que Shane e Stephanie McMahon tinham vendido a sua parte da companhia antes de comprarem a WCW e a ECW. Este ângulo de “dono” da companhia culminaria no princípio de 2002, quando a WWF tinha uma competição de Brands, com Flair a tomar controlo da RAW, enquanto que Vince controlava a SmackDown. Depois de Steve Austin deixar a WWE abruptamente enquanto estava num programa com Flair, um combate foi feito entre Vince e Flair para o lugar de dono da WWE, o qual McMahon venceu, devido a grande interferência da parte de Brock Lesnar.

Flair mais tarde viraria Heel (depois Face, e mais uma vez Heel) durante os próximos dois anos, antes de se juntar à Stable nova de Triple H, os Evolution. Flair venceu os World Tag Championships com Batista por duas vezes em 2003 e 2004. No Unforgiven 2005, Flair derrotou Carlito, para ganhar o título Intercontinental, que era então de Carlito, um cinto que Flair nunca tinha ganho até então. Com esta vitória, ele tornou-se o décimo terceiro Triple Crown Champion na história da WWE (ao vencer o título Intercontinental, de equipas, e os títulos Mundiais) e também o primeiro homem a vencer o Intercontinental Championship depois de um reinado como WWE Champion desde Chris Jericho, que tinha ganho em 2004.

Depois dos Evolution se dissolverem, Flair começou a rivalizar com Triple H, com Flair a derrotá-lo no Taboo Tuesday para conseguir reter o Intercontinental Championship. Triple H então recebeu um Rematch sem o título em jogo num Last Man Standing no Survivor Series, o qual Triple H venceu, num combate muito violento e activo.

No dia 20 de Fevereiro de 2006, Flair perdeu o Intercontinental Championship para Shelton Benjamin, tirando logo de seguida um tempo de fora no meio de 2006 para descansar e casar pela terceira vez, e voltou em Junho para rivalizar com Mick Foley, devido à animosidade que eles já tinham mesmo fora dos ringues. Flair derrotou Foley num combate I Quit no SummerSlam.

Desde então, ele tinha estado envolvido numa rivalidade com os Spirit Squad na RAW. No dia 5 de Novembro de 2006 no Cyber Sunday, ele ganhou os títulos de equipa aos Spirit Squad com Roddy Piper. Na edição da RAW de 13 de Novembro na cidade de Manchester, em Inglaterra, ele e Piper perderam logo os títulos para os Rated RKO devido a uma grave doença de estômago de Piper, que teve de voar imediatamente para os EUA assim que a RAW saíra do ar. No dia 26 de Novembro, no Survivor Series, Flair foi o único sobrevivente num combate que teve ele próprio, Ron Simmons (que tinha sido posto no lugar de Piper), Dusty Rhodes e Sgt. Slaughter contra os Spirit Squad. Ele seria vítima de um Conchairto da parte dos Rated RKO e tinha sido mandado para o hospital durante a edição da RAW de 17 de Novembro (Kayfabe). Flair ficaria de fora da televisão devido ao seu processo de divórcio. Na edição da RAW de 11 de Dezembro de 2006, Flair voltou para fazer equipa com a DX mais uma vez. Eles derrotaram os Rated RKO e Kenny Dykstra nesse combate.

Ric Flair foi suspenso da WWE por 90 dias, devido a ter portado uma substância ilegal.

 

Controvérsia

 

Bret Hart

 Em 2004, Flair entrou numa rivalidade real contra Bret Hart, no qual os dois proclamaram-se ambos como o melhor Wrestler de todos os tempos e acusaram-se um ao outro de utilizarem sempre as mesmas manobras na grande parte dos seus combates. Na autobiografia de Flair, Flair critica Hart por explorar a morte do seu irmão Owen Hart, e a controvérsia à volta do tão famoso Montreal Screwjob. Hart respondeu dizendo que Flair tinha gasto grande parte da sua carreira na NWA/WCW, dizendo que Flair tinha sempre estado em segundo plano na World Wrestling Entertainment.

 

Shane Douglas

 Flair teve uma grande e longa Feud com Shane Douglas. Douglas acusou Flair de sabotar o seu Push na NWA/WCW depois de conseguir um Push sólido e separar-se do seu parceiro de equipa, Ricky Steamboat. Flair iria dizer que Douglas era sempre o gajo que iria pôr as culpas dos seus problemas nos outros. Ele chamou Douglas e acusou-o também de abusar de esteróides durante um Show de Rádio da WCW em directo, no qual ele disse que enfrentaria Douglas a qualquer hora, em qualquer lugar. Eles conseguiriam ainda ter uma relação profissional estável durante os últimos passos de Douglas na WCW, mas na vida real eles continuariam a odiar-se como sempre.

 

Mick Foley

 Flair também teve vários problemas com Mick Foley, o qual ele atacou na sua autobiografia, escrevendo que não queria saber em quantos pionéses Foley tinha caído, de quantos escadotes ele tinha caído e por quantos continentes ele tinha viajado, porque ele seria sempre conhecido como um atrofiado glorificado.

Isto fez com que Foley lhe responde-se à letra na sua autobiografia “Have a Nice Day”, dizendo que Flair era tão mau no lado dos Bookings, tanto como no lado do Wrestling. Isto foi em referência sobre como tão pobre Foley pensava que era quando Flair estava no lado dos Bookers quando Foley estava na WCW.

A rivalidade entre Flair e Foley continuou quando no Backstage de uma emissão da RAW, Flair estendeu a mão a Foley para deixar o passado para trás. Foley respondeu ao seu estilo, dizendo que não lhe iria apertar a mão, mas queria que Flair lhe assinasse uma cópia do seu livro, “To Be The Man””, por caridade, o que zangou e muito Flair, e que levou a uma pequena escaramuça entre os dois. Em “More Than Just Hardcore”, as memórias de Terry Funk da sua vida no ringue em várias promoções, que ele discordava fortemente com a perspectiva de Flair, dizendo que Foley tinha passado a sua carreira a elevar grandes talentos e a vender as manobras dos seus oponentes, dizendo que Foley tinha uma posição de destaque no Roster mesmo devido a isto, por levar grandes tareias mas mesmo assim continuar a ser bastante respeitado por entre todas as pessoas no mundo do Wrestling.

Em 2006, os dois homens iriam estar envolvidos numa Feud na WWE televisionado para relembrar o passado entre os dois, mesmo com o facto de Foley ter dito no seu Blog no WWE.com que os dois tinham chegado a um acordo de amizade na vida real e que estão em bons termos um com o outro neste momento na vida real.

 

Hulk Hogan

 Muitos têm debatido sobre qual entre Hogan ou Flair o melhor profissional de Wrestling de todos os tempos. Muitos apontam a capacidade de Hogan de mexer com o público durante toda a sua carreira. Flair, por outro lado, era a imagem de marca da NWA, sendo Hogan a da WWF, mas todos também falam sobre o facto de ele ter habilidade para conquistar os públicos fora dos territórios da NWA/WCW. Ele venceu o combate do ano contra Harley Race, Kerry Von Erich, Dusty Rhodes e Ricky Steamboat, mas Hogan não lhe fica nada atrás, vencendo a eleição de combate do ano, depois de combater contra Andre the Giant, Ultimate Warrior, The Rock, e Roddy Piper e Paul Orndorff, ficando assim os dois bastante equilibrados no que toca a este prémio.

Na autobiografia de Flair, este estava enfurecido depois de um ângulo que envolveu os dois homens. Enquanto que Flair estava a ser cercado pelos membros da nWo, Hogan iria atacar o seu filho, David Flair. Mesmo assim, Hogan lesionou o filho de Flair mesmo a sério ao dar-lhe com o seu cinto de campeão Mundial, mesmo depois de se ter dito que Hogan não lhe tinha dado com o cinto por mais de duas ou três vezes.

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Bio de Rey Mysterio

Ficha técnica:

Nome – Óscar Juan Padro Rubio (Óscar Gutiérrez)
Alcunha (s) – Mr. 619
Altura – 1,60 metros
Peso – 73 kilos
Data/Local de nascimento – 11 de Dezembro de 1974, em Los Angeles, California
Treinado por – Rey Mysterio Sr.
Estreia – 30 de Abril de 1989

No México

Gutiérrez treinou para o Wrestling profissional com o seu tio, Rey Mysterio Sr. Ele estreou-se como um Wrestler em Abril de 1989 com 14 anos na cidade de Tijuana, no México. Tecnicamente, ele estava abaixo da idade para receber uma licença, mas como este processo era geralmente lento, ele conseguiu safar-se dessa facilmente. No México, usando o seu nome de ringue Colibri, ele começou uma Feud com Psicosis (que também tinha sido treinado por Rey Mysterio Sr.). Esta Feud durou alguns anos, continuando mesmo depois de Gutiérrez ter mudado a sua carreira para os Estados Unidos.
Quando Gutiérrez fez os seus 18 anos, o seu tio revelou que eles os dois tinham uma grande relação de amizade e deixou o seu sobrinho utilizar o nome que ele próprio já tinha utilizado, ou seja, Rey Misterio. Na Asistencia Asesoria y Administracion (AAA) ele rivalizou com Juventud Guerrera, Feud que incluiu um combate de equipas com os dois Mysterios a enfrentarem Juventud e o seu pai, Fuerza Guerrera, outra lenda do Wrestling.

Na Extreme Championship Wrestling

Em 1995, Mysterio derrotou Psicosis durante o seu combate de estreia na Extreme Championship Wrestling (ECW). Este combate foi o seu primeiro combate de impacto no Wrestling Profissional Americano – sim, porque eles já tinham sido vistos na World Championship Wrestling – promovido pelo PPV When Worlds Collide. Mysterio, com outros Luchadores, ficou visto como uma das grandes atracções na ECW durante estes tempos.
Mais tarde, Mysterio apareceria nos dois One Night Stands da ECW, no de 2005 enfrentando os Cruzados da WWE, e no de 2006, enfrentando Sabu pelo World Heavyweight Championship.

Na World Championship Wrestling

 Mysterio então ganharia ainda mais fama na World Championship Wrestling em 1996, onde ele foi um dos ícones para a “Revolução dos Cruiserweights” nos Estados Unidos. O seu último nome então mudou de “Misterio” para “Mysterio” para a sua imagem de marca ser ter-se tornado num “Homem Mistério”. Mysterio teve alguns combates aclamados contra Juventud Guerrera, Ultimo Dragon, Dean Malenko, Psicosis e também Eddie Guerrero. Durante estes tempos, ele ganhou o WCW Cruiserweight Title por umas espantosas 5 vezes.

Na Divisão Cruiserweight

 Mysterio depressa marcou impacto na WCW com o seu primeiro reino de Cruiserweight Champion. Mesmo assim, no Halloween Havoc de Outubro de 1997, Mysterio venceu o seu segundo Cruiserweight Championship contra o seu amigo na vida real Eddie Guerrero num “Title vs Mask” Match. O combate foi tão aclamado pela sua fluência e pelo tecnicismo, que até foi votado como o Match of the Year. Durante estes tempos, Mysterio era uma das bases do Roster da WCW.
Depois de muitas rivalidades, o WCW Cruiserweight Champion foi “metido” num combate contra Chris Jericho. Mysterio perderia o seu título no WCW/nWo Souled Out no dia 24 de Janeiro de 1998. Após a derrota, Jericho continuou a destruir Mysterio com uma caixa de ferramentas que tinha encontrado fora do ringue. Isto poria Mysterio Dora de acção por vários meses, antes de fazer o seu regresso seis meses depois no Bash at the Beach de 1998 para derrotar o mesmo Chris Jericho, e pelo mesmo campeonato, mesmo assim na noite seguinte Jericho voltou a vencer o título, após interferência de Dean Malenko no combate.
Em 1998, Eddie Guerrero formou uma Stable conhecido por Latino World Order (uma maneira de “deitar abaixo” a New World Order) que incluiu todos os Luchadores incluídos naquela promoção. Mesmo assim, Mysterio foi obrigado a juntar-se à Stable, mas mesmo assim continuou a recusar entrar na mesma. Ele foi finalmente forçado a entrar na Stable ao perder um combate para Eddie. Quando as duas facções da nWo se juntaram – a nWo Hollywood e a nWo Wolfpac – eles fizeram a LWO “desmanchar-se”. Mysterio mostrou a sua teimosia ao recusar entrar na Stable e sofreria as devidas consequência por o ter feito.

Perda da máscara

 Em 1999, Mysterio foi posto num combate de equipa contra os The Outsiders num “Hair vs Mask” Match. Ele e Konnan (o seu parceiro nesse combate) perderiam na Super Brawl IX no dia 21 de Fevereiro de 1999 na cidade de Oakland, California, o que causou a perda da imagem de marca de Mysterio, ou seja, a sua máscara. A comunidade de Lucha Libre ficou ofendida com esta perda devido à sua forte tradição com os Luchadores a usarem as suas máscaras. Mysterio continuou a ser um dos mais populares dentro do Roster devido às suas técnicas High-Flying, e o seu estilo esplêndido, também como interagia com os fãs, pela sua própria personalidade, pelo seu estilo (tipo de roupas, dentro e fora do ringue), a sua música, e ainda mais.
Mysterio, mesmo sem a sua máscara, conseguiria ficar famoso. Ele começou a ser um “assassino gigante” ao conseguir grandes vitórias sobre”torres”, ou Powerhouses como Kevin Nash, Bam Bam Bigelow e também Scott Norton. Ele também começaria uma equipa de sucesso com Billy Kidman e juntou-se à Master P’s No Limit Soldiers. Depois dessa Stable se ir da WCW, uma nova Stable conhecida por The Filthy Animals, que era formada por atletas como Konnan, Eddie Guerrero, e, claro, Rey Mysterio.

Como Main Eventer 

O seu sucesso finalmente levou a um WCW World Heavyweight Championship recebido por ele contra Ric Flair em 1999, na Panamá City Beach, na Florida, numa edição do WCW Monday Nitro. Numa cena rara, uma rifa foi tirada para declarar o candidato ao título de Flair. Quem venceu esse concurso foi El Dandy, um Wrestler de Low-Card, mas deu essa chance a Mysterio por ter sofrido uma lesão cedo naquele Show. Este combate do Main Event claramente ilustrou o potencial de Mysterio e era a ele que os fãs seguiam, mas como ele era o “Underdog” (ou seja, o desfavorecido) claramente perdeu o combate.
Mysterio continuou como um Performer firme depois disto, e juntou-se à facção New Blood em 2000 para enfrentar os oponentes dos “Millionaire’s Club”. Mysterio e Billy Kidman então começariam a rivalizar com equipas como os Misfits in Action ou a Team Canada durante os meses finais da WCW. Juntos, eles venceriam os novos WCW Cruiserweight Tag Titles na edição do Monday Nitro antes da companhia “desaparecer” em 2001. Esta seria a última aparição de Mysterio na TV, durante quase um ano.

Na World Wrestling Entertainment
 
Em 2002, Rey assinou pela WWE, e as Promos começaram a ser mostradas promovendo a sua estreia épica. E no que foi uma surpresa para muitos dos entusiastas do Wrestling, Vince McMahon mandou que Mysterio usasse novamente a sua máscara. No México, cada um pode ter a sua licença suspensa na Lucha Libre pela Box y Lucha Commission por isto; sendo assim, sempre que um Wrestler perde a sua máscara, ele não a pode vencer outra vez. Em deferência a esta tradição, Mysterio continuou a não usar a sua máscara quando lutava no México. Isto incluiu aparições sem ser de Wrestling no Rey Mysterio: 619 DVD produzido pela WWE, onde ele usava a máscara no recente Tour feito pelo México. Rey Mysterio começou a sua carreira na WWE na SmackDown como um Face numa Feud aclamada com Kurt Angle.
Rey mais tarde fez equipa com Edge para vencerem os WWE Tag Championships mas depois da equipa perder os títulos, eles depressa pararam de fazer equipa juntos. Rey desafiou o WWE Cruiserweight Championship Matt Hardy na WrestleMania XIX em Seattle, mas não teve sucesso após numerosas interferências de Shannon Moore no combate. Mysterio finalmente venceu Hardy pelo título num combate emocional passado no dia 3 de Junho, na sua cidade-natal. Ele mais tarde perdeu o título para Tajiri. Rey mais tarde começou a rivalizar com Chavo Guerrero e o seu pai, mais uma vez pelo WWE Cruiserweight Championship. Durante estes tempos, Mysterio fez equipa ou com Rob Van Dam, ou com Spike Dudley para enfrentarem os Dudley Boyz. Mesmo assim, quando Mysterio era o Cruiserweight Champion, Spike virou Heel e juntou-se aos outros Dudleyz antes de cedo conseguir tirar o título a Mysterio.
Rey continuou a fazer equipa com Rob Van Dam, e depois de algum tempo, a equipa conseguiu vencer os WWE Tag Championships de Kenzo Suzuki e de Rene Dupree. Mesmo assim, RVD ficou lesionado e Rey depressa perdeu os títulos para os recentes Basham Brothers.

Relação de amizade e Feud com Eddie Guerrero 

No dia 20 de Fevereiro de 2005, Rey venceu pela terceira vez os WWE Tag Championships com Eddie Guerrero depois de derrotar Doug Basham e Danny Basham (aka The Basham Brothers) em No Way Out de 2005. Mesmo assim, numa “fuga” ao Booking tradicional, os campeões não defenderam os seus títulos na WrestleMania 21 no dia 3 de Abril de 2005, mas sim enfrentaram-se os dois campeões, com Rey a vencer Eddie, num combate muito bom. Isto levou a uma Story’Line em que a equipa se dissolvia e Guerrero se tornava Heel devido a estar frustrado por não conseguir derrotar Mysterio em todas as ocasiões que lutavam um contra o outro. Guerrero e Rey continuaram a rivalizar, com Guerrero ameaçando revelar um segredo que ele e Rey escondiam sobre o filho de Rey, Dominick. A menos que Rey não desafiasse a autoridade de Eddie, ele não poria o público a par do seu segredo. Mesmo assim, Guerrero revelou que era o pai biológico de Dominick, numa história muito Kayfabe.
A Story’Line dizia que Eddie sabia que Rey estava a começar a ter problemas com a sua própria família, por isso Guerrero deixou Dominick com Rey e a sua mulher Angie. Durante várias semanas, Eddie ameaçou tirar-lhes Dominick, até tendo levado os papéis de custódia e a sua advogada para Mysterio ficar ainda “com mais medo”. No SummerSlam de 2005, Rey derrotou Guerrero num Ladder Match pela custódia de Dominick, apesar de o ter feito com alguma ajuda da mulher de Eddie, Vickie Guerrero. Rey então foi posto numa rápida Feud com John “Bradshaw” Layfield, com JBL a conseguir vencer Mysterio no PPV No Mercy de 2005. Rey também estreou uma música de entrada de estilo Reggaeton chamada “Booyaka 619” onde ele canta juntamente com os P.O.D., e estreou-a em Outubro.
No dia 13 de Novembro de 2005, Eddie Guerrero foi encontrado morto no seu quarto de hotel na cidade de Minneapolis, Minnesota pela segurança do hotel e por Chavo Guerrero. Nesse mesmo dia, num Super Show da WWE, onde a SmackDown e a RAW foram as duas gravadas, Mysterio fez um emocional discurso sobre Eddie, e numa mostra de respeito tirou a máscara (mesmo assim ele pôs a cabeça para baixo, para ninguém lhe conseguir ver a cara). Mysterio derrotaria Shawn Michaels num combate Inter-Promocional mais tarde nessa mesma noite. Depois deste combate, Michaels e Mysterio abraçaram-se no ringue e Mysterio apontou para o céu, chorando, em memória de Eddie Guerrero. Isto começou uma carrada de semanas nas quais Mysterio, juntamente com os seus amigos Chris Benoit e Chavo Guerrero, continuaria a dedicar as suas vitórias a Eddie quer usando as suas palavras e frases memoráveis ou mesmo usando as suas manobras de marca; cânticos de Eddie continuaram a seguir Rey Mysterio e Chavo Guerrero durante os seus combates.

SmackDown vs RAW 

Mysterio participou no Main Event do Survivor Series como parte da equipa da SmackDown, juntamente com Randy Orton (que ocupou o lugar de Eddie), Bobby Lashley, JBL e o capitão de equipa Batista, para derrotarem a equipa da RAW (constituída por Shawn Michaels, Kane, Big Show, Carlito e Chris Masters). Na Terça-Feira após o Survivor Series, Mysterio enfrentou o gigante da RAW, Big Show, num combate apresentado como sendo David vs Golias num Especial da SmackDown, gravado em Cincinnatti, Ohio.
Este combate muito desigual, marcado devido a Mysterio ter eliminado Big Show no Survivor Series, acabou num No Contest, quando o parceiro de Big Show, Kane, interferiu no combate. Mysterio continuou a rivalizar com os World Tag Champions pertencentes à RAW, ganhando um parceiro, que era o então World Heavyweight Champion Batista, que, juntamente com Mysterio, seria posto num combate contra Kane e Big Show num combate de equipa no Armageddon.
Mesmo assim, antes do Armageddon, Batista e Mysterio derrotaram os MNM para se tornarem nos novos WWE Tag Champions num combate que ambos dedicaram ao seu amigo Eddie Guerrero. Agora como Tag Champions, o combate de Mysterio e Batista contra Kane e Big Show foi apresentado como um Champions vs Champions Match. Mysterio e Batista perderam este encontro de SmackDown vs RAW quando Kane conseguiu efectuar o Pinfall em Mysterio após um violentíssimo Chokeslam.
Na edição da SmackDown de 30 de Dezembro de 2005, os MNM invocaram a sua cláusula de Rematch pelos títulos, derrotando Batista e Mysterio, mas com muita ajuda do retornado Mark Henry, para vencerem mais uma vez os WWE Tag Championships. O Campeão Mundial e Mysterio ficaram juntos como grandes amigos até Batista ser posto fora de acção como resultado de uma grave lesão que sofrera no seu tríceps, por culpa de Mark Henry.

“Estrada para a WrestleMania”
  
No dia 29 de Janeiro de 2006, Rey Mysterio competiu no tradicional combateu a Royal Rumble, ou seja, o “Royal Rumble Match”, entrando com o nº2, aguentando-se dentro do ringue cerca de uma hora e finalizando ao eliminar Randy Orton para vencer o combate. Ao vencer o Royal Rumble Match, Mysterio venceu uma oportunidade pelo World Heavyweight Championship na WrestleMania desse ano que seria a primeira vez que ele competiria por um título Mundial durante um evento Pay-Per-View. E mais, Rey também conseguiu passar o recorde da Royal Rumble, ao aguentar-se 62 minutos no combate.
Rey dedicou a sua luta, e também vitória na Royal Rumble ao seu amigo Eddie Guerrero. Depois da sua vitória, ele foi congratulado por Chris Benoit, Dean Malenko, Chavo Guerrero e por Rob Van Dam – todos estes também eram velhos e próximos amigos de Eddie Guerrero.
Durante a edição da SmackDown de 3 de Fevereiro de 2006, um raivoso Randy Orton interrompeu o discurso de vitória de Rey. Orton insultou e muito a memória de Eddie verbalmente, atacando Rey e os fãs, dizendo “Eddie não está no céu, Eddie está debaixo de nós… NO INFERNO!”. Mysterio atacou violentamente Orton por o ter dito e mais tarde aceitou o desafio de Randy pela oportunidade do título na WrestleMania.
O desafio tomou lugar no PPV No Way Out com Randy Orton a derrotar Rey Mysterio usando as cordas ilegalmente para conseguir o Pinfall. Tendo perdido a oportunidade pelo título na WrestleMania 22, Rey chorou e gritou no Backstage em frente dos amigos e família de Eddie. Mesmo assim, na edição seguinte da SmackDown, o General Manager Theodore Long declarou que o World Title Match na WrestleMania incluiria Mysterio, tendo então sido marcada uma Triple Threat que veria Rey a enfrentar Randy Orton e o então World Heavyweight Champion Kurt Angle. Mysterio então venceria esse combate para se tornar pela primeira vez no World Heavyweight Champion numa empresa de grande nome.

Como World Heavyweight Champion 

Na edição da SmackDown de 7 de Abril de 2006, Mysterio, que foi aproveitado como sendo o “Campeão Desfavorecido”, fez a sua primeira defesa com sucesso do World Heavyweight Title contra Randy Orton. O combate teve lugar apenas 5 dias após a WrestleMania, mas Mysterio ainda assim conseguiu, e bem, manter o seu título. Mysterio então também conseguiu manter o seu título mais uma vez durante um Rematch da WrestleMania na SmackDown contra Kurt Angle, semanas mais tarde. A semana antes desta defesa de título tomar lugar teve começo a Feud entre JBL e Rey, com o título centrado. A rivalidade começou quando JBL disse, na sua celebração após ter ganho o US Championship, que desejava também obter o World Heavyweight Championship.
Esta Feud com JBL viu Mysterio enfrentar oponentes escolhidos por JBL nas 3 semanas até ao seu combate no Judgment Day de 2006. Mysterio foi derrotado por Mark Henry e por The Great Khali em Singles, e Non-Title Matches antes de enfrentar Kane num combate, que ficou num No Contest, antes do PPV. Mysterio reteve o seu título no Judgment Day usando um 619 e também um FrogSplash para a vitória. JBL perdeu o US Championship para Bobby Lashley dias mais tarde num episódio da SmackDown, durante esta Feud. Isto levou JBL a dizer que se não tivesse um combate contra Mysterio pelo título, sairia da SmackDown. No Main Event dessa noite, Mysterio venceu-o (mesmo com as tentativas de JBL de roubar com o árbitro no chão) usando o 619 e então um Springboard Leg Drop para reter o seu World Heavyweight Championship, causando a saída de JBL da SmackDown (até que ele regressou no ECW One Night Stand 2, onde anunciou que passaria a ser o novo comentador da SmackDown, substituindo Tazz, que sairia para a nova ECW, despedindo-se da SmackDown).
Nas semanas antes do seu combate pelo título na ECW, Mysterio derrotou Gregory Helms num Champion vs Champion, mas foi derrotado por Rob Van Dam no WWE vs ECW Head to Head no dia 7 de Junho de 2006. Imediatamente após esse bom Show, o WWE.com reportou que Paul Heyman teria tentado contratar Mysterio para a sua nova ECW. Rey então anunciou no episódio da SmackDown de 9 de Junho que ficaria em sua “casa”, ou seja, na SmackDown. No One Night Stand, Mysterio reteve o seu título numa grande luta contra Sabu, depois de ambos ficarem impedidos de lutar mais após ficarem KO, depois de um grande Triple Jump DDT de Sabu, que os conduziu para cima de uma mesa.
Mysterio mais tarde iria defender o seu título contra Mark Henry. Mysterio venceu o combate, depois de Chavo vir ao ringue quando o árbitro estava em baixo e dar uma cadeirada no World’s Strongest Man. Quando o árbitro conseguiu recuperar a consciência, Rey usou uma manobra de Eddie Guerrero, ao bater com a cadeira no chão e passá-la para as mãos de Henry, vencendo por DQ. Mysterio então começaria uma Feud com King Booker depois deste vencer uma Battle Royal para determinar o Nº1 Contender para o título de Mysterio no Great American Bash. King Booker atacaria brutalmente o campeão por trás no Backstage com a ajuda da sua mulher, Queen Sharmell. O ataque não foi mostrado em directo, pois foi durante uma luta de Mark Henry e Batista. Os Highlights deste momento foram mostrados mais tarde neste programa e foi seguido por Mysterio a atacar o “Rei” e a sua Corte.
Esta rivalidade continuou durante mais algumas semanas, e viu Mysterio a derrotar o membro da Corte de King Booker, William Regal numa edição da SmackDown, momentos antes de atacar o “Rei” e aplicar-lhe o 619 por volta do poste de metal. Durante o Saturday Night’s Main Event, Mysterio derrotou King Booker num Six-Man Tag Match e mais uma vez dias depois em acção individual na SmackDown.
No Great American Bash, Rey defrontou King Booker no Main Event. Depois de vários minutos no ringue, King Booker mandou Mysterio contra o árbitro, que perdeu logo os sentidos. Então apareceu Chavo com uma cadeira e deu uma forte cadeirada com esta em Rey, dando a oportunidade a King Booker de efectuar o Pinfall, e vencendo o título, acabando aqui o “sonho” de Mysterio, perto de 4 meses depois de vencer o campeonato.

Feud com os Guerreros 

Mais tarde nessa semana na SmackDown, Rey teve um Rematch com Booker pelo título, mas Chavo mais uma vez custou o combate a Rey. Quando Rey Mysterio estava a tentar usar um Springboard Splash no novo campeão, o seu antigo amigo apareceu quando o árbitro estava distraído e mandou-o contra a barreira de separação do público. Então, King Booker acabou com Mysterio com o Scissors Kick.
No episódio da SmackDown de 4 de Agosto de 2006, Chavo disse que custou o título a Rey porque ele estava a “desrespeitar a memória de Eddie, ao usar o seu nome para todas as luzes se centrarem nele e tornar-se campeão”. Rey apareceu e atacou Chavo como resposta, o que trouxe a viúva de Eddie ao ringue, para parar com a luta. No combate seguinte de Mysterio contra Ken Kennedy, ele parecia ter o combate praticamente ganho depois de manobras de alto-risco e ter colocado o seu oponente em posição para o 619. Chavo então encontrou-se com Rey mais uma vez, depois de aparecer no ringue. Desta vez Rey estava preparado e começou ele a dar em Chavo mas mais uma vez a luta foi interrompida por Vickie Guerrero. Este incidente viu Vickie a ser atingida sem qualquer culpa dos intervenientes.
No SummerSlam de 2006, Rey perdeu para Chavo depois de Vickie o atirar de cima das cordas, parecendo que foi por acidente. Durante o seu combate no SummerSlam, ela pediu a Chavo Guerrero e a Rey Mysterio para pararem de lutar e deu uma chapada na cara de Chavo. Depois de ter atirado Rey acidentalmente do canto, Chavo aplicou um FrogSplash para derrotar o seu antigo amigo com o Pinfall, e a contagem até 3. Também durante o SummerSlam, no seu combate contra Chavo, Mysterio acidentalmente perdeu a máscara, pois quando Chavo lhe deu um soco, a máscara caiu. Rey conseguiu pôr a sua máscara de novo e continuar normalmente com o seu combate.
No dia 25 de Agosto de 2005, Vickie Guerrero fez o seu primeiro Heel Turn ao tornar-se no terceiro Guerrero a virar-se contra Rey. Quando Chavo trouxe uma cadeira de fora do ringue e preparou-se para dar em Rey, Vickie tentou pará-lo, mas acabou por tirar-lhe a cadeira e ela própria acertar intencionalmente com a cadeira mesmo na cabeça de Rey. Os dois Guerreros abraçaram-se, deixando Rey num estado de dor no ringue. Na semana seguinte na SmackDown, Vickie confirmou que é agora a nova Manager de Chavo naquele ramo, dando logo uma estalada em Mysterio assim que este apareceu em cena para os confrontar.
Na edição da SmackDown de 20 de Outubro, a rivalidade finalmente terminou quando Chavo derrotou Rey Mysterio num humilhante “I Quit” Match, depois de repetidamente ter dado com uma cadeira no joelho lesionado de Rey, quando este estava preso num dos pilares de sustentação da arena. Este combate serviu como uma maneira de Mysterio finalmente ser operado aos seus lesionados joelhos.
Actualmente, Rey ainda se encontra em recuperação dessa grave lesão e da intervenção cirúrgica que realizou.

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Bio de Lita

Ficha técnica:


Nome –
Amy Christine Dumas
Alcunha (s) –
Altura – 1,70 metros
Peso – 69 kilos
Data/Local de nascimento – 14 de Abril de 1975, em Fort Lauderdale, Florida
Reside em – Atlanta, Georgia
Treinada por – Dory Funk Jr., Ricky Santana, Ace Steel e Kevin Quinn
Estreia – Em 1999
Retiro – Em 26 de Novembro de 2006

 

Princípio de carreira

 Dumas frequentou várias escolas diferentes durante os seus anos de infância e adolescência, e conseguiu acabar a escola seis meses antes da sua graduação. Ela também tinha sido sempre uma excelente nadadora, e, como uma “adulta principiante”, praticou Judo. Dumas também tocou baixo numa banda chamada 2 Card Trick e foi para outra banda, os 7 Seconds, por cinco anos antes de se tornar numa Wrestler. Ela também estudou Espanhol por três anos. Como está dito na sua autobiografia, Dumas também treinou ao dançar num clube debaixo de um pseudónimo, que era Misty.

Dumas primeiro ficou interessada no Wrestling após ver o lutador Mexicano Rey Mysterio a lutar num episódio do WCW Monday Nitro da World Championship Wrestling com o seu namorado desses tempos, que era um grande fã de Wrestling. Ela viajou para o México para aprender como lutar e aprender mais sobre esse desporto, encontrando um número considerável de Wrestlers conhecidos como Yoshihiro Tajiri, Val Venis, Essa Rios, Super Crazy ou Chris Jericho. Durante a sua estadia no México, Dumas treinou com vários Wrestler, incluindo Kevin Quinn, Miguel Perez e Ricky Santana. Depois de ter o seu treino completo, Dumas fez várias aparições com a Empresa Mexicana de Lucha Libre, e gastou dez dias a trabalhar para uma promoção no Peru.

Quando voltou aos Estados Unidos, Dumas começou a trabalhar como Manager (ou Valete, como queiram) no circuito independente com o nome de ringue Angelica, e foi Manager de Christopher Daniels por algum tempo. Na Primavera de 1999, ela foi contactada por Paul Heyman, o dono e Booker da Extreme Championship Wrestling, que era então a terceira maior promoção nos Estados Unidos, Dumas estreou-se na ECW como Miss Congeniality, que era namorada de Danny Doring (apenas Story’Line, claro). Dumas mais tarde começou a usar o nome Angelica mais uma vez, e fez a sua estreia em PPV’s no dia 18 de Julho de 1999, no Heat Wave.

Dumas foi apresentada ao Wrestler veterano Dory Funk Jr., pelo Wrestler da ECW Rob Van Dam, e Funk convidou-a para entrar na sua escola de Wrestling, a conhecida Funkin’ Conservatory. Dumas entrou nessa escola juntamente com outros 23 homens, dizendo a Funk para não a tratar diferentemente dos outros durante os treinos. Ela passou nos treinos em Agosto de 1999 e voltou para a ECW. Depois disso, Funk e a sua mulher compilaram um vídeo de Dumas e logo o mandaram para a World Wrestling Federation. A Federação ficou suficientemente impressionada, e, em 1 de Novembro de 1999, Dumas assinou um contrato de desenvolvimento com a WWF. Ela fez a sua última aparição na ECW no dia 23 de Outubro de 1999.

 

Na World Wrestling Federation

 

Em 1999 e 2000

 Depois de melhorar as suas manobras na Memphis Championship Wrestling (área de desenvolvimento desses tempos), Dumas ficou com o nome de Lita e fez par com o lutador Essa Rios. Lita e Rios fizeram a sua estreia na WWF no episódio do Heat de 13 de Fevereiro de 2000, com Rios a derrotar Gillberg para vencer o WWF Light Heavyweight Championship. Lita ajudou Rios nos seus combates ao interferir “um pouco”, e imitando as manobras de Essa depois de este as fazer. Os dois entraram numa pequena Feud com Eddie Guerrero e Chyna, e Lita despiu o vestido que Chyna tinha vestido para uma “dança” com Guerrero. A tensão entre Rios e Lita em Maio de 2000, depois de Lita encontrar Rios com o The Godfather e as suas prostitutas, e Rios virou-se contra ela depois dela lhe custar um combate inadvertidamente. Lita foi salva de uma tareia às mãos de Rios pelos Hardy Boyz (Matt e Jeff) e este Trio formou uma nova Stable conhecida por Team Xtreme. Como membro da Team Xtreme, Lita desenvolveu uma imagem mais “alternativa”, vestindo roupas que deixavam grande parte das suas “zonas” à mostra.

Em Junho de 2000, a Stable começou a rivalizar com os T & A, com Lita a entrar numa rivalidade com a Manager dos mesmos, Trish Stratus. A Feud acabou logo no Fully Loaded de 2000, onde Lita venceu Stratus num Six Person Intergender Tag Match. Imediatamente após a sua Feud com Stratus, Lita começou uma Feud com a WWF Women’s Champion Stephanie McMahon. No Main Event de 21 de Agosto de 2000 do episódio da RAW is WAR, Lita derrotou Stephanie McMahon com um MoonSault para vencer o seu primeiro Women’s Championship.

Lita segurou o Women’s Championship por 73 dias, derrotando algumas lutadoras como Ivory, Terri Runnels, The Kat, e até mesmo Trish Stratus. No dia 9 de Outubro de 2000, no episódio do RAW is WAR, Lita reteve o seu título num Hardcore Match contra Jacqueline. No decurso do seu reinado, Lita entrou na Feud entre os Hardy Boyz e Edge e Christian. Em retaliação contra a sua frequente interferência nos seus combates, Edge e Christian custaram a Lita o Women’s Championship, ajudando Ivory a derrotá-la num Four Way Match no episódio da SmackDown de 2 de Novembro de 2000. Lita tentou vencer o título outra vez por diversas vezes, lutando com Ivory no Survivor Series 2000 e no Rebellion 2000, mas foi impedida por Stevie Richards nas duas ocasiões, o mentor de Ivory. Ela gastou o fim do ano numa Feud com Dean Malenko, chegando ao ponto de o desafiar para um combate pelo WWF Light Heavyweight Championship, mas sem qualquer sucesso, perdendo claramente o combate.

 

Em 2001 e 2002

 Lita continuou a sua Feud com Dean Malenko no princípio de 2001, e no dia 19 de Fevereiro de 2001, no episódio da RAW is WAR, ela derrotou-o num combate Single com assistência de Matt Hardy. A seguir ao combate, Hardy beijou Lita, começando a sua relação na Story’Line. Esta dupla lutou em vários combates mistos de equipa, durante o princípio daquele ano.

Depois de uma pequena Feud entre a Xtreme e a Two-Man Power Trip em Abril de 2001, Lita começou a perseguir o WWF Women’s Championship mais uma vez. Ela desafiou a campeã Chyna no Judgment Day de 2001, no dia 20 de Maio de 2001, mas foi derrotada (isto porque era o último combate de Chyna na WWF). Nesse mesmo mês, Eddie Guerrero começou a fazer equipa com os Hardy Boyz. Uma Story’Line envolvendo Guerrero e Lita foi feita em Junho de 2001, até Guerrero ser enviado para a reabilitação de droga, e Chyna, que também era supostamente para ser envolvida na Story’Line, foi libertada do seu contrato com a WWF.

Em Julho de 2001, Lita e Trish Stratus juntaram forças para combater Stacy Keibler e Torrie Wilson, membros da Aliança entre os Wrestlers da Extreme Championship Wrestling e da World Championship Wrestling, que estavam a invadir a WWF. No Invasion em 22 de Julho de 2001, Lita e Stratus derrotaram Keibler e Wilson num Tag Bra and Panties Match. Durante a “Invasão”, Lita, Stratus e Jacqueline rivalizaram com membros da Aliança, Torrie Wilson, Stacy Keibler, Ivory e Mighty Molly. A Story’Line da “Invasão” acabou em 18 de Novembro de 2001 no Survivor Series, onde Lita fez parte de um Six Pack Challenge pelo WWF Women’s Championship, que tinha sido suspenso por Chyna. O combate foi ganho por Trish Stratus.

Nos finais de 2001, os Hardy Boyz começaram a rivalizar um com o outro. Lita arbitrou o combate entre os dois no Vengeance 2001 no dia 9 de Dezembro de 2001, que foi ganho por Jeff Hardy, com Lita a não conseguir ver que Matt Hardy tinha a perna na corda quando Jeff conseguiu o Pinfall e a vitória. No episódio seguinte da RAW, Matt derrotou Lita e Jeff num Handicap Match, pouco tempo antes de informar Lita que a sua relação com ela e também os Hardy Boyz, estavam ambos acabados, devido às recentes acções de Jeff e Lita.

Lita começou a acompanhar Jeff Hardy para o ringue para os seus combates, com os dois a estarem envolvidos numa amizade colorida. No episódio da RAW de 17 de Dezembro de 2001, Jeff e Lita estavam fora de acção (Kayfabe) devido a lesões depois de um combate violento pelo Hardcore Championship de Jeff contra Undertaker. A lesão de Jeff e de Lita levou a uma reconciliação entre todos os membros da Xtreme, e em 20 de Dezembro de 2001, num episódio da SmackDown, Matt Hardy enfrentou Undertaker, mas também estava lesionado. Todos os três membros da Xtreme foram removidos da WWF televisionada durante algumas semanas, com o jornalista Dave Meltzer atribuindo este remoção devido a não haver Story’Lines para o Trio. O Head of Talent Relations, Jim Ross, disse numa entrevista que a remoção da equipa da televisão era para os deixar “recarregar as suas baterias”.

Os Hardy Boyz competiram na Royal Rumble 2002, e, juntamente com Lita, voltaram à WWF televisionada em Fevereiro de 2002. Lita voltou à sua perseguição pelo WWF Women’s Championship em Março de 2002, e fez a sua grande estreia em WrestleManias, na WrestleMania X8 em 17 de Março de 2002, ao enfrentar Trish Stratus e a campeã Jazz, e nesse combate Lita foi derrotada, pois Jazz conseguiu reter o título.

A 6 de Abril de 2002, Lita sofreu uma lesão ao gravar uma cena de luta para a série final do programa de televisão Dark Angel. Depois de fazer uma radiografia, foi revelado que Lita tinha sofrido três rupturas nas vértebras C5 e C6, o que necessitaria de uma cirurgia. Em 30 de Abril de 2002, Lita fez a sua operação ao pescoço pelo Dr. Lloyd Youngblood na cidade de San Antonio, Texas, onde lhe foram ligadas as duas vértebras lesionadas. Lita gastou o resto do ano a reabilitar-se, fazendo aparições no Sunday Night Heat como comentadora em Outubro de 2002.

 

Na World Wrestling Entertainment

 

Em 2003 e 2004

 Lita apareceu no episódio da RAW de 21 de Abril de 2003, onde ela foi despedida da sua posição como comentadora no Sunday Night Heat pelo General Manager Eric Bischoff, depois de ela rejeitar os “avanços” dele, e os seus pedidos para que ela seguisse os passos a Torrie Wilson e posasse para a Playboy. Ela voltou ao ringue depois de uma ausência de dezassete meses no dia 15 de Setembro de 2003, num episódio da RAW, onde salvou Trish Stratus de um ataque violento de Molly Holly e Gail Kim (o Co-General Manager Stone Cold Steve Austin mais tarde explicou a Eric Bischoff que tinha readmitido Lita). De seguida, Lita e Trish derrotaram Holly e Kim num Tag Match no dia 21 de Setembro de 2003 no Unforgiven 2003. Lita rivalizou com Molly até aos fins de 2003, chegando a desafiá-la sem sucesso pelo Women’s Championship no dia 16 de Novembro de 2003, no Survivor Series de 2003.

No episódio da RAW de 17 de Novembro de 2003, Lita e Matt Hardy foram reunidos depois de Hardy passar da SmackDown para a RAW. Depois de Hardy aparecer e estar quase a declarar-se a Lita, Molly Holly interrompeu, desafiando Lita e Hardy para enfrentá-la a ela e a Eric Bischoff num Intergender Tag Match mais tarde naquela noite (com Bischoff a dizer que se Lita vencesse iria ganhar uma oportunidade pelo Women’s Championship, mas que se perdesse iria ser logo despedida). Hardy e Lita perderam o combate depois de Hardy recusar-se a entrar, com Hardy a dizer que Lita preferiu voltar para a RAW em vez de ir para a SmackDown, e também dizendo que esta foi uma mostra de que ela se importava mais com o título do que com ele. Lita foi readmitida ainda nessa noite, quando Christian lhe disse que tinha conseguido persuadir Eric Bischoff a readmiti-la. Uma semana mais tarde, Lita perdeu para Victoria (devido a ajuda de Matt Hardy), na primeira Steel Cage feminina a ser televisionada na RAW.

Ao mesmo tempo que Christian e Lita desenvolviam uma relação, também o fizeram Trish Stratus e Chris Jericho. Mesmo assim, no episódio da RAW de 1 de Dezembro de 2003,foi revelado que Christian e Jericho tinham apostado um com o outro quem conseguiria seduzir primeiro Lita e Trish, respectivamente. Esta revelação levou a uma Feud com Trish e Lita contra Christian e Jericho, com os masculinos a triunfar na “Guerra dos Sexos” no Armageddon 2003. Houve um Rematch do mesmo combate no episódio da RAW de 14 de Dezembro de 2003, mas Chris Jericho parou o combate, devido a Trish lhe ter lesionado o seu joelho.

Lita competiu na Divisão Feminina durante os princípios de 2004, vencendo uma Battle Royal para se tornar Nº1 Contender ao Women’s Championship no episódio da RAW de 5 de Abril de 2004. Victoria derrotou Lita para reter o seu Women’s Championship no Backlash 2004, no dia 18 de Abril de 2004. Lita foi reunida com Matt Hardy no episódio da RAW de 19 de Abril de 2004, quando Hardy atacou Kane numa tentativa de não deixar este fazer mal a Lita. Nas semanas seguintes, Kane começou a atacar Hardy e a tentar seduzir Lita, chegando mesmo ao ponto de a raptar, e levá-la para o Backstage, onde lhe disse que tinha conseguido persuadir Eric Bischoff a dar-lhe uma oportunidade pelo Women’s Championship no Bad Blood 2004, no dia 13 de Junho de 2004.

No episódio da RAW de 14 de Junho de 2004, Lita revelou que estava grávida (Story’Line, das mais estúpidas que existe). Uma semana mais tarde, parecia mais uma vez que Matt Hardy se iria declarar a Lita. Mesmo assim, foi mais uma vez interrompido por Kane, que disse que ele, e não Hardy, era o pai da criança de Lita, pois Lita tinha ido para a cama com Kane numa forma de o persuadir a não atacar Hardy. Dois meses mais tarde, foi revelado que Kane era, de facto, o pai da criança. Hardy e Kane rivalizaram durante vários meses, o que culminou num “Till Death Do Us Part Match” no dia 15 de Agosto de 2004 no SummerSlam de 2004, com a estipulação de que Lita era obrigada a casar com Kane se Matt Hardy perdesse. Kane venceu o combate, o que levou a que ele e uma relutante Lita casassem no episódio da RAW de 23 de Agosto de 2004. Mesmo estando casada com Kane, ela ajudava os adversários do mesmo a vencerem os combates. No episódio da RAW de 13 de Setembro de 2004, Lita caiu depois de Gene Snitsky acertar com uma cadeira em Kane, fazendo este cair em cima de Lita, e esta perdeu a criança. Este aborto espontâneo levou a que Lita e Kane juntassem forças para conseguir ter vingança de Snitsky. Com este ângulo da gravidez com um fim, Lita voltou à Divisão Feminina em Novembro de 2004. Ela desafiou Trish Stratus pelo Women’s Championship por várias vezes, e finalmente venceu o título para começar o seu segundo reino como campeã, no Main Event do episódio da RAW de 6 de Dezembro de 2004.

 

Em 2005 e 2006

 O segundo reinado de Lita como Women’s Champion terminou no dia 9 de Janeiro de 2005, no New Year’s Revolution 2005, onde ela foi derrotada por Trish Stratus. No decurso deste combate, Lita sofreu uma lesão legítima, rasgando o seu ACL esquerdo depois de executar um Lou Thesz Press fora do ringue. Esta lesão requereu uma cirurgia que foi feita pelo Dr. James Andrews no dia 20 de Janeiro de 2005.

Lita voltou à WWE televisionada em Março de 2005, como mestra de Christy Hemme, para a preparar para a sua oportunidade pelo título contra Trish Stratus na WrestleMania 21. Mesmo com o treino intensivo dado por Lita, Hemme foi facilmente derrotada por Trish. Lita continuou a rivalizar com Stratus nas semanas seguintes, com Kane a vencer o “namorado” de Trish, Viscera, no Backlash 2005, no dia 1 de Maio de 2005. Posto isto, a relação de Lita e Kane acabou no episódio da RAW de 26 de Maio de 2005, com Lita a tornar-se Heel ao trair Kane, ajudando o oponente do mesmo, Edge, a derrotá-lo e seguir para a final do WWE RAW Gold Rush Tournament. No episódio da RAW de 30 de Maio de 2005, Lita anunciou que tinha pedido o divórcio, atirando a sua aliança para uma sanita. Ela tentou casar com Edge no episódio da RAW de 20 de Junho de 2005, mas a cerimónia de casamento foi interrompida por um Kane bastante furioso, que apareceu por debaixo do ringue, e atacou também o padre, mesmo que este não tivesse nada a ver com aquilo que estava a presentear.

Lita continuou a actuar como a “dama” de Edge, com este último a derrotar Matt Hardy no SummerSlam 2005 (a WWE tinha recentemente abordado numa Story’Line os problemas reais entre Edge, Lita e Hardy). Os dois homens continuaram a sua equilibrada Feud até ao episódio da RAW de 3 de Outubro de 2005, quando Edge, com grande ajuda de Lita, derrotou Matt Hardy num Ladder Match bastante desigual. Como estipulação deste combate, o perdedor estava obrigado a sair da RAW, e Hardy foi mesmo para a SmackDown.

Depois de Edge derrotar John Cena para vencer o WWE Championship no dia 8 de Janeiro de 2006, no New Year’s Revolution 2006, ele anunciou que ele e Lita iriam celebrar ao ter seco no meio do ringue no episódio da RAW de 9 de Janeiro de 2006. O evento teve Lita e Edge a despir a sua roupa antes de se meterem debaixo dos lençóis de uma cama também montada especialmente no ringue. O evento foi interrompido por Ric Flair, o que levou a Edge deixar a cama e chegar a aplicar-lhe um Conchairto. Lita, deixada sozinha, vestiu-se e John Cena entrou e aplicou-lhe um F-U. Um dos seios de Lita foi mostrado durante momentos durante o segmento; isto não teve censura em Inglaterra, mas nos Estados Unidos teve.

Lita voltou aos ringues num combate de equipa num House Show a 20 de Janeiro de 2006, fazendo equipa com Victoria contra Mickie James e Trish Stratus, e voltou aos ringues na televisão no dia 6 de Fevereiro de 2006, fazendo equipa com Edge num combate perdido para John Cena e Maria Kanellis. Ela continuou com Edge, até metade de 2006, frequentemente interferindo bastante durante a Feud dele com Mick Foley. Em Maio de 2006, Foley juntou forças com Edge e Lita, com o Trio a derrotar os seus rivais da ECW, Tommy Dreamer, Terry Funk e também Beulah McGillicutty num grande Six-Person Tag Match no ECW One Night Stand 2. Edge venceu o combate após aplicar um Spear a Beulah, mas Lita levou pior, depois de receber o Finisher de Tommy Dreamer, o Dreamer Driver, um tipo de Fireman’s Carry invertido, tipo Death Valley Driver.

No episódio da RAW de 3 de Julho de 2006, Lita assistiu à vitória de Edge perante John Cena e Rob Van Dam numa grande Triple Threat Match, para vencer pela segunda vez na sua carreira o WWE Championship.

No episódio da RAW de 14 de Agosto de 2006, Lita derrotou Mickie James para vencer o seu terceiro Women’s Championship ao conseguir dar com o título na cara de Mickie. Ela também derrotaria Mickie James, no seu Rematch no episódio da RAW de 28 de Agosto de 2006, mas desta vez usando as cordas para a vitória, após reverter o Mickanrana para finalmente conseguir fazer o Pin e reter o seu novo título obtido.

Lita e Edge começaram a rivalizar com Trish Stratus e Carlito, o que culminou num combate entre Lita e Trish Stratus no Unforgiven 2006, no qual Stratus derrotou Lita para vencer o Women’s Championship no que foi o último combate de Stratus na WWE. Lita usou o seu MoonSault pela primeira vez como Heel nesse combate. O combate também ficou marcado pela segunda vez que Lita perdeu por submissão na sua carreira, ao perder com o Sharpshooter. A outra a fazê-la desistir na história da WWE foi Jazz, com o seu STF.

No episódio da RAW de 25 de Setembro de 2006, Lita derrotou Candice Michelle para um lugar na semi-final do Women’s Championship Tournament quando Edge, o Special Guest Referee dessa noite, aplicou o seu Spear a Candice. Lita derrotou Maria para um lugar na final no episódio da RAW de 30 de Outubro de 2006, vencendo com o seu Snap DDT. A 5 de Novembro, no Cyber Sunday 2006, depois de interferência das Lumberjacks, Lita venceu Mickie James mais uma vez com um Snap DDT para vencer o título e começar o seu quarto e último reino como WWE Women’s Champion. Na edição da RAW de 6 de Novembro, Lita derrotou Mickie James mais uma vez para reter o WWE Women’s Championship com facilidade, quando Eric Bischoff ordenou que James teria um braço atado atrás das costas. No episódio da RAW de 20 de Novembro, depois de derrotar Mickie James num Non-Title Match, Lita anunciou que se iria retirar da WWE depois do seu combate com James no Survivor Series 2006, o que ela confirmou na noite seguinte numa entrevista ao WWE.com. No Survivor Series, no dia 26 de Novembro de 2006, Lita foi derrotada por James, perdendo o seu combate final na WWE.

No dia após se retirar, Lita disse, no WWE.com, que os seus planos para se retirar tinham começado a meio de 2005, quando a Feud entre Edge e Matt Hardy estava no seu auge. Devido ao seu envolvimento nesta Feud, os insultos que recebia dos fãs eram tão fortes que ela sentia como se mesmo quando ela estava simplesmente a passear o seu cão, as pessoas iam à janela e gritavam que ela tinha lixado o Matt. Ela começou a ficar farta de tudo aquilo e do tratamento que recebia dos fãs (principalmente aos mais fiéis a Matt Hardy), ela decidiu que a única maneira de evitar este tratamento era retirar-se completamente do Wrestling. Ela também disse que os seus planos para o futuro são dar maior atenção à banda onde actua, os The Luchagors, mas disse que também tenciona ir mais longe numa carreira cinematográfica.

 

Várias curiosidades

       ·          Lita é a única mulher a conseguir vencer o Título Feminino no Main Event da RAW, derrotando Trish Stratus e Stephanie McMahon em duas ocasiões separadas.

·          Lita lutou na primeira Steel Cage feminina na WWE, num combate bastante curioso contra Victoria.

·          Lita continua a ser a única mulher a estar envolvida fisicamente num combate Tables, Ladders and Chairs (TLC).

 

Vida pessoal

 Em Fevereiro de 2005, foi revelado que Dumas tinha estado envolvida num romance com Edge por alguns meses, enquanto que ainda era namorada de Matt Hardy. Depois de este incidente se tornar do conhecimento público, a WWE rescindiu o seu contrato com Matt Hardy. Quando este último voltou à acção, esta situação da vida real foi aproveitada pela WWE para se tornar numa Story’Line que obteve bastante sucesso.

Dumas é conhecida por ser uma grande amante de animais. Nos seus anos de adolescente, ela teve quatro patos em duas ocasiões separadas. Ao princípio da sua idade adulta, ela iria tornar-se uma grande protectora de animais, e, em 2003, ela fundou a Amy Dumas Operation Rescue and Education (A.D.O.R.E.), uma fundação de caridade para os animais. Ela já teve 3 cães: Cody, que morreu de cancro em 2003, Mason, que foi morto num acidente de carro, e Lucas, que foi levado por Matt Hardy depois de os dois se separarem. Dumas está neste momento a criar um cão a que deu o nome original de MacKenzie.

O cabelo de Dumas é naturalmente castanho, mas ela decidiu pintá-lo para a sua carreira na WWF/E. Ela tem uma grande variedade de tatuagens, incluindo uma gárgula verde, com três olhos no seu tríceps direito, a palavra “Punk” na parte de dentro do seu lábio inferior, e uma palavra em linguagem Russa na parte de trás do seu pescoço.

Dumas fez implantes mamários no ano de 1999.

Dumas é a vocalista dos The Luchagors, uma banda de Punk Rock. A banda estreou-se num evento de Rock N’Wrestling chamado Rock – N – Shock no The Masquerade em Atlanta, Georgia. Dumas vestiu um Top com o símbolo da sua banda gravado, no seu combate final na WWE.

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Bio de John Cena

Ficha técnica:

Nome – John Felix Anthony Cena
Alcunha (s) – The Champ; The Prototype
Altura – 1,85 metros
Peso –
109 kilos
Data/local de nascimento – Em 23 de Abril de 1977, em West Newbury, Massachusetts
Reside em – Tampa, Florida
Treinado por – Ultimate Pro Wrestling e Ohio Valley Wrestling
Estreia – No ano de 2000

Princípio de carreira

Cena primeiro começou a treinar para ser Wrestler em 2000 na California, na Ultimate Pro Wrestling (UPW) onde ele criou o seu carácter bastante conhecido de The Prototype. Depois da UPW, ele assinou um contrato de experimentação com a World Wrestling Entertainment e foi mesmo para a sua PowerPlant para se formar, a Ohio Valley Wrestling (OVW).

Durante o seu tempo na OVW, ele também apareceu no Reality Show da UPN, o Manhunt, com o pseudónimo de “Big Tim Kingman”, sendo o “líder fantasma” do seu grupo, que “assustava” os participantes com pistolas de Paint Ball. Este Show foi produzido em associação com a WWE. Mais tarde seria revelado que algumas cenas no Show eram apenas engendradas, encenadas pelos envolvidos, que os concursos serviam para eliminar os protagonistas, e que também existiam guiões por onde se via o que tinham de fazer. Como resultado desta controvérsia, a WWE nunca referenciou ou publicitou o Show ou que Cena fazia parte dele.

World Wrestling Entertainment 

Em 2002 e 2003

O primeiro combate televisionado de Cena pela WWE foi uma resposta ao desafio aberto de Kurt Angle no dia 27 de Junho de 2002. Inspirado pelo discurso de Vince McMahon para as estrelas em evolução, motivando-os a mostrar a sua “qualidade agressiva” para ganhar um lugar como lendas, John Cena tentou aproveitar a oportunidade que lhe foi dada e quase venceu Kurt Angle safando-se do Angle Slam e rompendo o Ankle Lock, mas perderia depois de Kurt lhe ter efectuado um Pin inovador, ao mais puro estilo amador.

Cena então passou-se por um “pobrezinho” Face por cada combate que passava. Depois de perder um combate com Billy Kidman como seu parceiro pelos WWE Tag Championships, Cena virou Heel, atacando Kidman para a derrota. Pouco tempo depois do Heel Turn, num episódio de Halloween da SmackDown, ele fez um Freestyle Rap para Stephanie McMahon vestindo um fato de Vannilla Ice que caracteriza um Rapper branco. Primeiro, esta Gimmick Heel ganhou ainda mais Heat para Cena pela parte do público. Durante estes tempos, Cena adoptou o clássico logo da WWF (sem o “F”) com o seu Slogan “Word Life” como o seu símbolo principal.

Cena então começou uma Feud com Brock Lesnar pelo título da WWE. Durante esta Feud, Cena inventou um novo Finisher para si próprio, o F-U, produzido a partir do F-5 de Lesnar (o nome era um tipo de combinação entre F-5 e também uma abreviatura de Fuck You). Os dois de seguida juntaram-se quando Lesnar também se tornou Heel e juntos tiveram uma Feud contra Kurt Angle e Eddie Guerrero antes de Cena se tornar Face e trair Lesnar, rivalizando com este outra vez, estabelecendo o seu “You Can’t See Me” e o gesto com a mão durante esta Feud.

Em 2004

Durante o ano de 2004, a popularidade de Cena começou a crescer cada vez mais. No princípio do ano, ele participou na habitual Royal Rumble, ficando nos 6 finalistas, mas sendo eliminado por Big Show. Depois desta eliminação, Cena e Show começaram uma Feud, o que levou Cena a vencer o United States Championship de Show num combate na WrestleMania XX. Cena venceu o título, o seu primeiro na WWE, ao distrair o árbitro e usando uma soqueira em Show, antes de conseguir um fantástico F-U. Em Julho, o título foi-lhe tirado pelo General Manager da SmackDown Kurt Angle, com quem tinha uma relação intempestiva, numa Feud poucas vezes vista de General Manager vs Superstar.

Ele venceu o seu título de volta em Outubro em No Mercy depois de vencer o combate final de uma “Best of Five” Series com Booker T. Este reino viria a ser muito curto, já que perderia o título poucos dias depois, contra o estreante Carlito, numa edição da SmackDown.

Isto fez com que se iniciasse uma Feud com Carlito. A Story’Line dizia que Cena era atacado num Night Club pelo guarda-costas de Carlito, Jesus, que foi muito violento, e que tinha deixado Cena fora de acção por cerca de um mês. Na verdade, este evento deu-se para Cena ter algum tempo para gravar várias cenas do filme The Marine. Aquando do seu retorno, Cena teve vingança de Carlito num combate da SmackDown, vencendo o United States Championship de volta. Durante este reino, Cena inventou um cinto “feito por ele”, ao estilo de um cinto Spinner (com um qualquer Logo que roda em volta do cinto).

Em 2005

Na Royal Rumble de 2005, John Cena e Dave Batista passaram por cima das cordas ao mesmo tempo no final do combate, o que fez Vince McMahon mandar o combate recomeçar, e Cena perdeu, mas agora justamente.

Com a vitória de Batista, e escolhendo perseguir o World Heavyweight Championship (título Mundial da RAW) na WrestleMania 21, a SmackDown criou um torneio para determinar o Nº1 Contender para o seu título principal, o WWE Championship. Na final deste torneio, Cena conseguiu derrotar Kurt Angle e finalmente ganhou uma oportunidade pelo título de JBL na WrestleMania 21, a sua grande oportunidade de chegar à ribalta.

Nas semanas seguintes, Cena rivalizou com o campeão John Bradshaw Layfield (JBL) e a sua “Direcção”, incluindo a perda do United States Championship para um dos membros dessa “Direcção”, Orlando Jordan, que (com JBL), decidiram extrair dali o Spinner de Cena. Foi durante esta Feud que Cena começou a referir-se aos seus fãs como os “Chain Gang Soldiers” (que faziam parte do “Chain Gang”, claro!).

No dia 3 de Abril de 2005, na WrestleMania 21, Cena derrotou JBL para vencer o tão esperado WWE Championship. Como parte desta Story’Line, então ele fez logo como ao título dos Estados Unidos, pondo-lhe um Spinner, com a forma do Logo da WWE. Este cinto também tinha uma águia no topo, que já era normal no título da WWE. De seguida, JBL conseguiu obter o título original e disse que ainda era campeão, mas Cena reclamou esse título após vencer JBL num “I Quit” Match no Judgment Day, em Maio, num combate muito violento.

No episódio de 6 de Junho de 2005 da RAW, John Cena tornou-se no primeiro Wrestler a ser seleccionado pela anual Draft Lottery, quando Eric Bischoff o tirou da SmackDown e pô-lo na RAW. Logo quando chegou à RAW, Cena imediatamente começou a rivalizar com Chris Jericho e Christian. Depois de vencer estes dois, os fãs começaram uma “demanda” contra o seu antigo favorito.

Durante esta Feud, Cena ficou inimigo do General Manager da RAW, Eric Bischoff, porque não queria jogar aos joguinhos políticos de Bischoff. Este, por sua parte, fez da vida de Cena um autêntico inferno, e escolheu Jericho como primeira arma para tirar o título a Cena.

No dia 22 de Agosto de 2005, Cena venceu Jericho num “You’re Fired” Match pelo WWE Championship, mesmo com a grande interferência de Bischoff que deu um golpe baixo a Cena e pôs uma soqueira na mão de Jericho. Depois do combate, com Jericho já fora da WWE devido à sua derrota, Kurt Angle entrou no ringue e atacou Cena, com Bischoff revelando que Angle era o novo Nº1 Contender para o título Mundial de Cena. Mesmo com os ataques de Angle e mesmo sendo este um grande Heel durante esta Feud, os fãs continuaram a apupar e a assobiar Cena durante quase todos os seus combates realizados na RAW e em PPV’s.

Depois de várias semanas de ataques contínuos e semanais, Angle e Cena fizeram parte do Unforgiven de Setembro, onde Cena deu com o cinto mesmo na cara de Angle, perdendo por desqualificação, mas continuando como campeão (os títulos não mudam de mãos quando se vence por desqualificação). Eles mais uma vez se encontraram no Survivor Series de Novembro, mas Cena venceu mais uma vez, mesmo com Daivari como árbitro especial.

Na noite seguinte, Bischoff pôs Cena em ringue contra Kurt Angle e Chris Masters numa Triple Threat Submission Match pelo título da WWE, que Cena incrivelmente venceu ao fazer Masters desistir perante a sua nova manobra de submissão, o STFU (nome combinado STF [mesmo assim, a manobra de Cena é mais um STS], com a sua outra manobra - o F-U -, e uma abreviatura mesmo muito abreviada de “Shut The Fuck Up”.

Quando Vince McMahon voltou à RAW para pôr Bischoff “na linha” em Dezembro, Cena fez a sua opinião sobre Bischoff e também ajudou Vince McMahon a remover Bischoff daquele Show ao aplicar-lhe um F-U, acabando com as hostilidades que tinha com Bischoff, sendo este logo de seguida posto dentro de um camião do lixo, indo embora definitivamente daquele Show.

Em 2006

Cena defendeu o seu título com sucesso na Elimination Chamber no PPV de Janeiro, o New Year’s Revolution para começar o ano de 2006. Depois do combate, Vince McMahon apareceu na parte de entrada e anunciou que Cena tinha de defender o título agora outra vez, mas desta vez contra Edge, que ia utilizar o Money in the Bank que tinha ganho na WrestleMania 21. Edge deu dois Spear’s a um exausto e sangrento Cena, efectuando-lhe o Pin em pouco menos de dois minutos tornando-se no novo WWE Champion. O reinado de Cena acabou em cerca de 280 dias, perto da marca do antigo campeão JBL.

Três semanas depois de perder o título, Cena venceu Edge na Royal Rumble para vencer mais uma vez o WWE Championship. Durante este tempo, os comentadores da WWE, mais notavelmente Jim Ross, foram obrigados a tentar convencer o público a não apupar Cena, referindo-se a ele como um campeão “controverso”, dizendo que estava a alienar alguns fãs com o seu estilo “pouco ortodoxo”.

Jerry Lawler também diria que Cena era muito jovem e original para o apreço do público mais velho. Cena continuou a tentar convencer o público até à WrestleMania 22, durante a qual ele foi mesmo muito assobiado na sua vitória sobre o veteraníssimo Triple H. Mesmo com as tentativas de Triple H para fazer o público odiá-lo, os fãs decidiram não o fazer, o que deixou McMahon negativamente surpreendido com o público, mesmo com Cena dizendo que “o público deve de escolher por quem apoiar”.

O público começou a “gostar” de Cena outra vez depois do Backlash de Abril, mais notavelmente quando actuava lado a lado com o popular Shawn Michaels em combates contra os Spirit Squad. Depois de Cena parar de fazer parte deste ângulo e ter ido trabalhar contra Rob Van Dam houve uma notável mistura de aplausos e assobios para Cena em cada arena que ele visitava, com muitos do lado de Cena, mas também muitos contra o WWE Champion.

Na edição de 22 de Maio da RAW, Rob Van Dam informou Cena que estava disposto a cobrar o seu contrato com uma oportunidade pelo título com o Money in the Bank que venceu na WrestleMania e que queria que essa defesa de título de Cena tomasse lugar no PPV Extreme Championship Wrestling One Night Stand 2. O evento teve grande parte do público a hostilizar Cena, com os também cartazes insultuosos (com o mais memorável onde se podia ler, “Se Cena ganhar, nós faremos um motim”, que tem sido usado desde então, com nomes diferentes do de Cena). Isto não desmoralizou Cena, pelo contrário, este ainda ficou mais intenso com esta reacção do público. Cena perdeu o título nesse evento quando Edge apareceu de debaixo do ringue e aplicou-lhe um Spear partindo uma mesa, dando a oportunidade a Rob Van Dam para aplicar o seu 5-Stars FrogSplash. Com os dois árbitros caídos no chão (um por Cena, e outro por Edge) Paul Heyman correu para o ringue para efectuar a contagem até 3, dando a vitória a Van Dam e também dando-lhe o seu primeiro título Mundial. Na RAW seguinte, Paul Heyman referiu que a mudança de título era oficial, pois aquele combate era sobre “Regras Extremas”. Uma coincidência foi que a mudança do título da WWE em 2006 aconteceu apenas com o contrato ganho no Money in the Bank Ladder Match.

Quando Edge venceu o título a Van Dam numa Triple Threat Match (também envolvendo John Cena) isso recomeçou uma Feud entre Edge e Cena. Isto começou com Edge a gabar-se do seu título e também da sua vitória, o que levou a um combate no Summerslam entre os dois e pelo título, e se Edge fosse desqualificado, ele não perderia apenas o combate, mas também o seu título. Edge mesmo assim conseguiu derrotar Cena por Pinfall usando batota, dando-lhe com uma soqueira quando o árbitro estava meramente distraído.

Tendo vencido Cena, Edge estreou uma nova versão “Irreverente” do cinto Spinner, tendo Lita mandado a versão de Cena para a Long Island Sound (um lago de Long Island) e declarando que “a era de Cena tinha chegado a um fim”. O título “Irreverente” era exactamente igual ao anterior cinto, apenas com a diferença de que o Logo no centro era representado pelo símbolo de “Rated R Superstar”. John Cena não ficaria quieto mesmo assim, convencendo Edge a dar-lhe só mais um combate pelo título, com a estipulação de que se ele perdesse, deixaria a RAW e voltaria para a SmackDown. Edge aceitou o desafio, e decidiu que seria um Tables, Ladders and Chairs Match no Unforgiven na sua cidade-natal de Toronto. No seu combate, Cena venceu Edge, vencendo o título pela terceira vez na sua carreira depois de aplicar um F-U a Edge do topo do escadote para cima de duas mesas sobrepostas. De seguida ele trouxe de novo o seu título na noite seguinte na RAW.

Depois da sua Feud com Edge Cena foi posto num ângulo que era InterBrand para decidir o verdadeiro “Champion of Champions”. Cena, com King Booker (o World Heavyweight Champion da SmackDown) e Big Show (o ECW World Heavyweight Champion), tiveram uma Mini-Feud que culminou num combate no Cyber Sunday onde um dos três títulos Mundiais estaria em jogo, sendo votado pelo público qual deles estaria mesmo em jogo nesse combate.
Ao mesmo tempo, Cena envolveu-se numa pequena rivalidade com Kevin Federline (K-Fed) quando este começou a aparecer na RAW com Johnny Nitro e Melina. Depois de ter sido atacado por Cena numa RAW, Federline decidiu aparecer no Cyber Sunday, vingando-se de Cena dando-lhe com o World Heavyweight Championship na cabeça durante a Triple Threat Match para decidir o “Champion of Champions”, e ajudou King Booker a obter a vitória neste combate.

Actualmente, vemos Cena a preparar-se para um combate tradicional do Survivor Series em que a sua equipa (Cena, Bobby Lashley, Sabu, RVD e Kane) enfrentará a equipa de Big Show (Show, Test, Finlay, Umaga e MVP), já tendo sido atacado durante o seu combate contra Umaga numa RAW, onde levou com um Chokeslam e um Samoan Spike. Quem também lhe lançou um desafio (já aceite) foi Kevin Federline, desafiando Cena para ter um combate contra ele no Dia de Ano Novo em Miami, Florida.

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619 seguido de um Batista Bomb seguido de um cover de bruno-wwe às 21:40
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